quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Gasoduto entre Ponta Grossa e Castro ficará pronto em fevereiro

O prefeito em exercício de Castro, Marcos Bertolini, e o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Jaime Pusch, participaram de reunião com o diretor-presidente da Compagas, Fernando Eugênio Ghignone, e o diretor técnico-comercial da Companhia, José Roberto Gomes Paes Leme, em Curitiba. Conforme Paes Leme, as obras devem ser concluídas em fevereiro. “Encontramos alguns trechos de rocha, o que dificultou a escavação e exigiu um maquinário especial. Mas, em breve finalizaremos este trabalho e vamos poder fazer a ligação de todos os trechos”, revelou.



Fonte: JM News – Ponta Grossa

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Conheça os vilões da conta de luz e saiba economizar

Chuveiro e geladeira são os itens que mais gastam; controlar o uso e mudar hábitos diminuem a cobrança.
Revisão e reajuste na tarifa, bandeiras tarifárias e repasse de prejuízos são exemplos da sobrecarga na conta de luz do consumidor apenas neste ano. Não há como escapar deles, mas é possível amenizar seu impacto.
“O comportamento dos brasileiros mudou. Quando houve racionamento de energia há alguns anos, no primeiro momento, muitos começaram a deixar eletrônicos e eletrodomésticos desligados. Aos poucos, percebeu-se que era possível trocar equipamentos e não perder conforto”, diz o presidente da Abesco (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia).
Chuveiro
O chuveiro elétrico,  por exemplo, é responsável  por quase metade de todo o gasto  de  luz.  Seu consumo é 70% superior ao da opção a gás.   Especialistas afirmam que trocar um pelo outro não significará desperdício de água, pelo fato de o aquecimento demorar por volta de 20 segundos na versão a gás.

“Nesse intervalo, serão perdidos, em média, 8 litros. Isso equivale a 5% ao mês, pouco em relação à economia que será feita pela troca do chuveiro”, diz Aguiar.
De acordo com o lnmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), os banhos não devem durar mais do que oito minutos. Em dias mais quentes, use o chuveiro no modo “verão” ou na potência mínima. Uma opção é acoplar termostatos no chuveiro. Os equipamentos custam, em média RS 40, e controlam a temperatura  desejada.
Geladeira é o segundo item de maior gasto
O segundo produto que mais gasta luz é a geladeira, mas existem maneiras de diminuir esse consumo. O eletrodoméstico, por exemplo, tem de estar a uma distância de cinco dedos da parede, o que facilita a circulação de ar. Caso contrário, o motor irá trabalhar gastando mais.
Itens com mais de sete anos de vida devem ser trocados. Ano a ano, o consumo do motor aumenta. A cada 12 meses, 5% a mais são consumidos. “Verifique a borracha de vedação com a finalidade de identificar se não há vazamento do ar frio e, com isso, perda do rendimento”, diz o lnmetro.

Fonte: Agora SP

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Distribuidoras negociam com montadoras lançamento de novos veículos movido a gás natural

O presidente executivo da Associação Brasileira de Gás Canalizado (ABEGÁS), Augusto Salomon, anunciou que as distribuidoras de gás natural estão empenhadas em negociar com as montadoras a produção de novos modelos de carros movidos a gás natural de fábrica. Durante abertura do II Encontro das Distribuidoras de Gás do Nordeste nesta quinta-feira (27), ele lembrou que hoje só o Grand Siena Tetrafuel, da FIAT, já sai de fábrica, mas seria importante que, assim como aconteceu no passado, outras marcas lançassem modelos movidos a GNV, gasolina e álcool.
 “A nossa luta na ABEGÁS é que cada vez mais veículos já saiam com GNV de fábrica sem a necessidade de conversão. Essa é uma estratégia atrelada a escala de vendas e certamente irá facilitar a vida do consumidor pela economia e autonomia oferecida pelo combustível”, destacou Augusto Salomon.

Augusto Salomon também destacou o papel estratégico do gás natural na indústria, mas disse que é um desafio das distribuidoras buscarem uma melhor eficiência e diversificação do uso para que a sua ampliação vá além da queima do gás. “Em um momento de crise que o país está passando o nosso papel é reconstruir esse mercado já que muitas empresas têm migrado para os Estados Unidos pelo preço competitivo do gás. Neste sentido, formamos um grupo de trabalho com o Ministério das Minas e Energia e da Fazenda para discutir alternativas para a expansão do gás natural no Brasil”, explicou.
Durante toda a quinta-feira, presidentes e dirigentes da ABEGÁS e de 7 distribuidoras de gás do Nordeste estiveram reunidos discutindo estratégias para manter a competitividade do gás natural no mercado. O presidente da PBGÁS, George Morais, destacou a importância da troca de experiências entre as principais distribuidoras de gás do Nordeste que juntas somam quase 15 milhões de metros cúbicos dia e abastece 20% do mercado de gás natural do país.
Ele considerou o encontro positivo e informou que novos encontros estão programados para o Estado de Alagoas e Pernambuco. “Estamos compartilhando experiências para que cada vez mais o gás natural concorra de maneira isonômica e competitiva com outros energéticos como o coc de petróleo, óleo diesel e madeira gerando cada vez mais credibilidade para que indústria e comércios possam se planejar e otimizar seus lucros com a utilização de um combustível mais limpo e eficiente”.
O gerente de Mercado Industrial e Automotivo, Evaldo Mello, falou sobre o cenário do gás natural na Paraíba e a participação dos mercados residencial, industrial, comercial e automotivo. Ele também sobre a política comercial na indústria que tem como meta substituir o uso de energéticos de baixo valor agregado e as ações que estão sendo implementadas para incentivar o setor automotivo como o bônus para conversão para o GNV, a compra de carros tetrafuel de fábrica e estudos de viabilidade de rota e Duel Fuel para veículos pesados.
Também participaram do encontro em João Pessoa os presidentes da Algás, Arnóbio Cavalcanti, da BahiaGás, Luis Eduardo Lima, da Cégas, Antônio Elbano, da Comgás, Luis Henrique, da Copergás, Décio Padilha, da Sergás, Raoni Lemos, o Gerente de Planejamento da Abegás, Marcelo Mendonça, e os diretores da PBGÁS, David Mouta (Administrativo Financeiro) e Carlos Vasconcelos (Técnico Comercial).

Fonte: Notícias PBGÁS

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Obra de gasoduto chega à fase final

As obras do gasoduto que a Companhia Paranaense de Gás (Compagas) constrói entre Ponta Grossa e Castro, na Região dos Campos Gerais, avançam em ritmo avançado e chegam à fase final. Dos 78,6 quilômetros de extensão previstos entre a BR-376, em Ponta Grossa, e as fábricas da Cargill e Evonik, no Distrito Industrial II Tatsuo Yamamoto, restam apenas 1,7 mil metros de trechos em rocha a serem finalizados, segundo informações da Companhia. A conclusão das obras deverá ocorrer nos próximos meses e deverá entrar em operação ainda em 2015.

 “Em pouco tempo, outros municípios dos Campos Gerais poderão contar com um combustível menos poluente, mais econômico e que vai trazer mais competitividade à indústria local. Além disso, a chegada do gás natural pode levar novas indústrias para esses municípios”, afirma o diretor-presidente da Compagas, Fernando Ghignone. Além de Castro, o município de Carambeí também será beneficiado com o gasoduto, fornecendo a infraestrutura de atendimento necessária às indústrias da região e aumentando o potencial de atrair novos investidores.
A Compagas também vai iniciar, em breve, o projeto de implantação da rede de distribuição residencial em Ponta Grossa. Ao longo de 2015, serão mais de R$ 2 milhões em investimentos e o montante total aplicado nessa expansão será de aproximadamente R$ 5 milhões para a construção de seis quilômetros de rede, até 2018. Dessa forma, Ponta Grossa se consolida como a primeira cidade do interior do Paraná a ter abastecimento residencial urbano de gás natural.

Fonte: Jornal da Manhã (PR)

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Dirigente anunciará novos leilões para exploração de gás natural no Maranhão

A presidente da Agência Nacional de Petróleo, Magda Chambriard, vai anunciar nesta sexta-feira (31), em São Luís, a realização de um novo leilão de blocos para exploração de gás natural no Vale do Parnaíba, no Maranhão.
Magda vem ao Estado se encontrar com o governado Flávio Dino (PCdoB) e anunciar oficialmente a comercialização de 22 blocos, através do leilão que será realizado em outubro próximo na sede da ANP, no Rio de Janeiro.

Com a comercialização dos novos blocos, o Maranhão volta à cena nacional da produção de matriz energética. A decisão já havia sido informada pela presidente da ANP ao governador Flávio Dino durante reunião em Brasília, no início do ano, na sede do órgão, e da qual participou o deputado José Reinaldo Tavares.
Para que esta nova rodada de leilões seja realizada, o Conselho Nacional de Política Energética aprovou a resolução que autoriza a Agência Nacional do Petróleo a realizar a 13ª rodada de licitações para exploração de gás no país. A Bacia do Parnaíba, localizada no Maranhão, que será contemplada com o leilão de 22 blocos de exploração de gás natural é tida coma mais atraente.
Hoje, o Maranhão produz 2 milhões de m³ de gás natural e, com os novos investimentos em construção a partir de 2015, chegará a 5 milhões de m³ a partir de 2016. Para esse crescimento, foi fundamental a declaração de comercialidade da Bacia Terrestre do Parnaíba, autorizada por Flávio Dino no mês de março.
Os novos leilões que acontecerão em outubro darão amplitude ainda maior para o Maranhão no cenário nacional da exploração de gás natural – com potencial ainda a ser dimensionado a partir das operações que se iniciam com a realização dos certames referentes aos 22 blocos.

Fonte: Brasil 247

terça-feira, 28 de julho de 2015

Gás natural e biodiesel: novos combustíveis para as locomotivas

O uso exclusivo de diesel como combustível para locomotivas de carga está dando lugar a outras fontes de energia, mais limpas e baratas. Entre elas destaca-se o gás natural liquefeito. Segundo um relatório divulgado este ano pela Energy Information Administration (EIA), do governo dos Estados Unidos, “o grande potencial de economia de custos com a transição do diesel para o gás natural desperta o interesse prioritário na indústria ferroviária e entre observadores e analistas”. Há quem acredite que essa mudança será equivalente à ocorrida durante os anos 1940 e 1950, quando o diesel expulsou do cenário as locomotivas a vapor.

Segundo o economista Nicholas Chase, da EIA, a redução de custos será de US$ 1,5 milhão por locomotiva, uma quantia muito vantajosa, mesmo considerando-se que cada máquina custará US$ 1 milhão a mais do que as locomotivas a diesel. No Brasil, a GE Transportation vem desenvolvendo testes para o uso de gás natural em suas locomotivas. Paralelamente, a partir deste ano, todas as locomotivas produzidas pela empresa no Brasil já estão aptas a operar com até 25% de biodiesel.
O transporte ferroviário, entre os de carga, já é o meio terrestre que menos consome combustível. E o biodiesel é a terceira maior fonte de energia no Brasil, reduzindo a necessidade de importação de combustível. Segundo previsões, até 2020 passará a ser a segunda fonte mais importante no país – tanto por seu impacto na redução de emissões de gases de efeito estufa quanto pela provável redução de custos aos clientes que utilizam o transporte ferroviário de cargas.

Fonte: Galileu

terça-feira, 21 de julho de 2015

Importações de GNL devem crescer no Brasil pelos próximos anos

Ao longo dos próximos anos, o Brasil deverá se tornar cada vez mais importador de gás natural liquefeito (GNL). Com uma queda na produção da Petrobrás e um aumento gradativo no consumo, a tendência é de que cresça o volume de compra do gás, cuja relevância para a matriz energética é hoje maior do que nunca. As previsões apontam para uma elevação nas contas de luz e uma maior fragilidade do país no cenário internacional, com uma maior instabilidade frente às variações do preço no mercado.
Diferentemente do que esperava grande parte do setor energético, a exploração dos blocos do pré-sal não será a salvação do mercado de gás natural no Brasil. Ao menos não por enquanto. As expectativas acerca de um aumento produtivo receberam um forte impacto com o anúncio do novo plano de negócios da Petrobrás, que cortou em 30% a sua meta de produção até 2020.

Essa mudança no setor de gás brasileiro pode acarretar questões econômicas mais amplas. Mais importador, o Brasil passa a se tornar também mais dependente dos preços internacionais, ficando refém das oscilações diárias do GNL. O Brasil importa o insumo de países como Trinidad e Tobago, Nigéria e Qatar, e por meio de unidades de regaseificação lança o gás no sistema, que o utiliza para a geração de energia em termelétricas.
De acordo com as previsões, haverá redução na oferta de gás no país. O professor de Planejamento Energético da Coppe/UFRJ, Alexandre Szklo, estima que haverá, em 2020, uma queda de 20 milhões de m³ em relação ao total previsto anteriormente. “E vamos pagar os preços do mercado spot, mais altos do que os preços do gás natural produzido no país”, explica ele.
Com a menor produção da Petrobrás, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) deverá realizar uma revisão do Plano Decenal de Expansão de Energia, que será divulgado entre setembro e outubro deste ano. Segundo uma estimativa da consultoria Gas Energy, o GNL deverá responder por 70% do aumento do consumo de gás natural até 2023. Na matriz, a participação do gás deverá passar de 11,7% para 14,2% no país.

Fonte: Petronotícias