quarta-feira, 9 de março de 2016

Piraquê vai adotar ‘trigeração’ a gás

A indústria de massas, biscoitos e margarinas Piraquê assinou contrato em fevereiro com a Ecogen para implantação de duas unidades cogeração a gás de energia em suas fábricas no Rio de Janeiro.
O projeto BOT (build, operate and transfer) será feito em parceria com a Renewpower, a primeira planta será na unidade mais antiga da Piraquê no bairro de Madureira, no Rio de Janeiro, e terá capacidade para gerar 4 MW de energia elétrica, além de 460 TR (toneladas de refrigeração) de água gelada e 2,3 t/h de vapor.

Já a segunda usina será na nova fábrica da empresa no município de Queimados e terá exatamente a metade da capacidade: 2 MW, 230 TR de água gelada e 1,15 t/h de vapor.
Segundo o gerente de novos negócios da Ecogen, Pedro Silva, o calor rejeitado pelos motogeradores a gás natural será o insumo das caldeiras e chillers. “Esse sistema é também conhecido como trigeração, pois a partir de uma fonte primária, no caso o gás, gera três utilidades”, diz.
As empresas não revelam o valor do contrato.

Fonte: Brasil Energia

segunda-feira, 7 de março de 2016

Chega ao México o primeiro Volksbus a gás natural

A MAN Latin America, fabricante dos veículos comerciais Volkswagen e MAN, apresenta em primeira mão o protótipo 17.280 OT, Volksbus a gás natural pioneiro no México. A estreia do modelo ocorre na Expo Foro 2016, um dos eventos mais importantes de transporte de passageiros, e inaugura a tecnologia no portfólio da marca, confirmando o compromisso ambiental da empresa.
Além da apresentação do protótipo a gás natural para começarmos a ter presença neste segmento, vamos destacar sete produtos em conjunto com os nossos encarroçadores para demonstrar as diferentes alternativas de aplicação.

A MAN Latin America, fabricante dos veículos comerciais Volkswagen e MAN, apresenta em primeira mão o protótipo 17.280 OT, Volksbus a gás natural pioneiro no México. A estreia do modelo ocorre na Expo Foro 2016, um dos eventos mais importantes de transporte de passageiros, e inaugura a tecnologia no portfólio da marca, confirmando o compromisso ambiental da empresa.
O evento, organizado pela Câmara Nacional de Autotransporte de Passajeiros e Turismo (Canapat), é realizado na Cidade do Mexico e é palco para as novidades da montadora.
“Além da apresentação do protótipo a gás natural para começarmos a ter presença neste segmento, vamos destacar sete produtos em conjunto com os nossos encarroçadores para demonstrar as diferentes alternativas de aplicação”, afirma Leonardo Soloaga, diretor geral da operação da MAN Latin America no México.
Os números da operação de ônibus mexicana da MAN Latin America são positivos, com alta de 22% das vendas em 2015 na comparação com o ano anterior, passando de 936 para 1.140 unidades. Sua participação de mercado também cresceu no período, passando de 11,6% para 13,3%.
Outro motivo de comemoração é a conquista, pelo quinto ano consecutivo, da liderança no mercado de micro-ônibus, com 59% de participação em veículos de oito e nove toneladas. Destaque, ainda, para o modelo 15.190 OD, que já se tornou um dos veículos mais vendidos daquele mercado. Somente este segmento representa 74% do total das vendas.
“Nossa expectativa para este ano é alcançar 15% de participação no mercado de ônibus com o desenvolvimento de novos produtos e alternativas para os clientes”, complementa Soloaga.
Desenvolvimento conjunto
O Volksbus 17.280 OT a gás natural é resultado do desenvolvimento em conjunto entre a MAN Latin America no México, MAN Diesel Turbo da Alemanha e Modasa, encarroçadora líder no segmento a gás natural na América Latina. O modelo conta com motor MAN D0836 de 280 cavalos e transmissão automática ZF de seis velocidades.
Ideal para carrocerias de 13,2 metros, este protótipo foi concebido para proporcionar um alcance de até 600 quilômetros (dependendo da operação), tendo resultado positivo em rotas longas, com ótimo desempenho.
A fábrica da MAN Latin America no México é responsável pela montagem dos chassis Volksbus 8.150 OD, 8.160 OD, 9.150 OD, 9.160 OD, 15.190 OD e 17.230 OD, equipados com motor dianteiro; e os modelos 17.280 OT e 18.330 OT, ambos dotados com motor traseiro. Na linha MAN são comercializados os chassis de ônibus RR4 e RR2, importados da Alemanha.
A montadora oferece também um portfolio completo de caminhões Volkswagen Delivery, Workline e Constellation, além de modelos da linha MAN.

Fonte: Portal Nacional de Seguros

quarta-feira, 2 de março de 2016

Produção de gás natural bate recorde histórico em dezembro de 2015

A produção nacional de gás natural bateu recorde e totalizou 100,40 milhões de m³/dia em dezembro de 2015, volume 6,6% maior em relação ao mês de novembro do mesmo ano, que alcançou 94,19 milhões de m³/dia. Já a média de produção no ano foi 96,24 milhões de m³/dia, valor 10,1% superior em relação ao total médio de gás produzido em 2014, que foi de 87,38 milhões de m³/dia. Os dados são da 106ª edição do Boletim Mensal de Acompanhamento da Indústria de Gás Natural. A publicação é elaborada pelo Ministério de Minas e Energia e disponibiliza dados consolidados do setor.

Além de estabelecer um recorde histórico, ultrapassando pela primeira vez a marca de 100 milhões de m³/dia, a produção de gás de dezembro de 2015 possibilitou que a oferta nacional do produto crescesse 13% em relação ao mês de novembro/2015, passando de 45,8 para 51,7 milhões de m³/dia. Considerando a produção média do ano de 2015, 54,2% do volume total de gás natural gerado no Brasil foi ofertado ao mercado.
A maior parte do gás produzido em dezembro de 2015, equivalente à parcela de 76,86 milhões de m³/dia, tem o mar como origem. A outra parcela, 23,54 milhões de m³/dia, refere-se à produção terrestre.

Fonte: MME

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Novo gasoduto russo divide Europa

O plano germano-russo de construir um segundo gasoduto está a causando uma ‘guerra’ dentro da UE. O confronto foca-se na construção do gasoduto ‘Nord Stream 2’, um projeto da estatal russa Gazprom para construir uma segunda linha de fornecimento de gás natural à Alemanha através do Mar Báltico ao lado do ‘Nord Stream’, a funcionar desde 2011.
Os países de Leste receiam ser marginalizados, dado que um novo gasoduto direto entre a Rússia e a Alemanha esvazia os gasodutos russos que passam pelos respectivos territórios, e sobre os quais recebem direitos de trânsito. Também a Ucrânia está muito preocupada com menos gás natural a passar pelos gasodutos, que atravessam o país, dos quais recebe 1,8 mil milhões de euros.

Dentro da UE, a Polónia é a maior crítica do negócio. Para o presidente polaco Andrezej Duda, o projeto é um exemplo de “egoísmo nacional, que ignora por completo os interesses dos outros países”, enquanto a primeira-ministra Beata Szydlo avisou que o acordo “viola as sanções” impostas pela UE à Rússia. O projeto também conta com a oposição do primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, agastado com os dois pesos e duas medidas da Comissão Europeia – agiu rapidamente para acabar com o projeto ‘South Stream’ (um gasoduto da Gazprom que transportaria gás diretamente da Rússia para o Sul da Europa), mas não impediu agora a ligação à Alemanha.
O comissário europeu da Energia, Miguel Arias Cañete, já afirmou que Bruxelas está a estudar meios de travar o projeto, mas o processo é difícil, porque a Gazprom – que detém 50% do projeto – teve o cuidado de estabelecer parecerias com as empresas alemãs Eon e BASF, a francesa ENGIE, a austríaca ONV e a britânica Dutch/Shell. “O Nord Stream 2 é um projeto que tem enormes consequências políticas”, avisou Cañete.
O impacto não deixa de ser sentido em Washington, que teme que o presidente russo Vladimir Putin use os gasodutos como arma para pressionar a Europa. Dentro do próprio governo alemão, a chanceler Merkel enfrentará problemas para cancelar um projeto apoiado pelos parceiros de coligação social-democratas: o ex-chanceler Gerhard Schröder foi o arquiteto do ‘Nord Stream’.

Fonte: Económico

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

GNV amplia vantagem sobre combustíveis líquidos em 2016

A economia gerada pelo uso do Gás Natural Veicular (GNV) ficou ainda mais expressiva em 2016. Com as variações nos preços da gasolina e do etanol, o GNV ficou com economia superior a 50% frente ao etanol em 16 unidades da federação: Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo (Sudeste); Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina (Sul); Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Sergipe (Nordeste); Amazonas (Norte) e Mato Grosso do Sul (Centro-Oeste).
Os dados são resultado de levantamento da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás). A análise utiliza dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e aplica os dados do Fiat Siena como referência para calcular o custo por quilômetro rodado — o manual do veículo traz uma estimativa de consumo médio com os três combustíveis.

“Com o GNV cada vez mais competitivo, vem aumentando o número de conversões de veículos para o GNV tanto de pessoas físicas como jurídicas. Empresas com grandes frotas estão vendo no GNV uma boa oportunidade de ganhar não na economia em escala, mas também pelo aspecto ambiental: o GNV emite, em média, 15% menos CO2 em relação ao etanol e 20% a menos na comparação com a gasolina”, destaca o presidente executivo da Abegás, Augusto Salomon.

Fonte: Gente & Mercado

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Governo do Paraná reabre crédito para taxistas

Os taxistas do Paraná terão R$ 10 milhões de crédito para adquirir um novo veículo, realizar a conversão para uso de gás natural (GNV) ou promover a adaptação para transporte de passageiros com necessidades especiais. O anúncio foi feito pelo governador Beto Richa na cooperativa de táxi Radio Táxi Faixa Vermelha, em Curitiba. A expectativa nessa terceira etapa é atender cerca de 300 taxistas de todas as regiões do Estado. Os recursos são disponibilizados pela Fomento Paraná.
“Retomamos essa importante linha de financiamento para garantir a renovação da frota e manutenção da qualidade do serviço oferecido”, disse Richa. O governador destacou o compromisso com a categoria e disse que o Estado tem a função de fortalecer o setor produtivo garantindo condições para investimentos.

“Queremos dar melhores condições de trabalho aos taxistas e ajudar na melhoria do atendimento à população”, afirmou o diretor­presidente da Fomento Paraná, Juraci Barbosa Sobrinho.

Fonte: Diário dos Campos