segunda-feira, 11 de abril de 2016

Porto de Imbituba atrai investimentos de US$ 4 bilhões

Ao quebrar mais uma vez o próprio recorde de movimentações de carga, com 504.860 toneladas em março, o Porto de Imbituba alavanca a economia da região e chama a atenção de investidores. De olho no potencial marítimo e territorial da cidade, a multinacional norueguesa Proso Managment assinou essa semana com o governo do Estado um acordo de cooperação técnica para dar início aos estudos de  instalação de uma fábrica de contêineres para transporte de gás natural liquefeito (GNL). Se concretizado, o negócio terá investimento de US$ 4 bilhões.

A intenção é instalar a empresa na Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do município, em pelo menos 19 dos 104 hectares disponíveis e gerando 3 mil empregos. Porém, a ZPE ainda não está em funcionamento, e um dos entraves seria a necessidade de um plano diretor, exigência do governo federal. Dentro do propósito de porto que recebe cargas de diferentes naturezas, trabalhar com o gás trará novos nichos de mercado.
— Nos preparamos para o mercado com o aprofundamento do canal de acesso ao porto e demais melhorias. Mesmo com a queda na movimentação de contêineres, continuamos trabalhando com outras cargas. Apostamos na estratégia de não colocar todos os ovos na mesma cesta. Por isso, fortalecemos a estratégia de porto multipropósito — explica o presidente do Porto de Imbituba, Rogério Pupo.
Porto de Imbituba projeta crescimento de 15% para 2016
Atualmente, a distribuição de gás para a indústria no Estado é feita pela Companhia de Gás de Santa Catarina (SCGás) através do gasoduto Brasil – Bolívia. Com nove pontos disponíveis, o abastecimento se restringe aos locais mais próximos dessas estruturas. O presidente da SCGás, Cósme Polêse, vê com bons olhos a possibilidade de um terminal de GNL no Estado.
— O projeto nos interessa para fazermos a compra do gás. Se conseguirmos implementar uma logística dessa natureza no Porto de Imbituba, por meio do empreendedor interessado, teremos antecipação do atendimento de mercados, já que hoje somente temos condições de levar o gás vaporizado pela gasoduto, deixando de atender algumas regiões — explica Polêse.
Se o porto vai bem, a cidade vai bem?
Ao final de 2012, quando o Estado assumiu a gestão do porto através de SC Par, o crescimento no volume de cargas tem andado lado a lado com os números da economia da cidade. Geração de emprego, aumento na receita e lotação do Distrito Industrial são alguns dos fatores que refletem o bom momento vivido pela cidade.
— Se olharmos pelo ponto de vista do emprego, é a menina da dos olhos do Governo do Estado. O distrito industrial tem nove empresas esperando para se instalar. Há muito tempo a gente diz "se o porto vai bem, a cidade vai bem". O pilar principal do nosso crescimento hoje é o porto, em segundo o turismo — explica o presidente da Associação Empresarial de Imbituba (ACIM), Jaime Pacheco Alves.
Porto de Imbituba tem recorde de movimentação de cargas em fevereiro
No acumulado de 2015, apenas seis municípios com mais de 30 mil habitantes tiveram saldo positivo no emprego formal em Santa Catarina. Em primeiro ficou Imbituba, com 285 vagas, segundo relatório do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Esse dado, segundo o prefeito Jaison Cardoso de Souza, é reflexo de uma economia plural.
— Temos a condição de diversificar a nossa economia, é um grande trunfo que Imbituba tem. Temos as belezas naturais para o turismo de lazer da alta temporada, o comércio e a indústria em crescimento e o porto, que tem atraído várias empresas — explica.
Às margens da BR-101, o Distrito Industrial já tem todos os lotes vendidos. Até o final do ano mais cinco empresas devem se instalar, gerando cerca de 400 empregos.
Fonte: Diário Catarinense

sexta-feira, 8 de abril de 2016

MSC investe € 4 bi em navios à base de gás natural

A MSC Cruzeiros assinou, junto ao estaleiro STX France, uma carta de intenção para a construção de quatros novos navios, que terão como diferencial o fato de funcionarem à base de gás natural liquefeito. As quatro embarcações, com 200 mil toneladas cada, serão construídas com base em um novo protótipo e farão parte da World Class da frota da MSC.
“Nosso foco em inovação faz com que esse novo protótipo seja incomparável e diferente de tudo que existe na indústria de cruzeiros, já que incluirá maior variedade de amenidades e recursos para os hóspedes, tanto para famílias com crianças quanto para adultos, além de design revolucionário e os mais modernos e avançados recursos disponíveis em tecnologia ecofriendly, por meio de propulsores que utilizam gás natural liquefeito. Em suma, será um navio para todas as estações e todas as regiões”, afirma o presidente executivo da MSC Cruzeiros, Pierfrancesco Vago.

A primeira embarcação já tem entrega prevista para 2022 e as novas encomendas receberam um investimento de aproximadamente quatro bilhões de euros, valor que elevará para nove bilhões de euros o total investido em embarcações pela armadora em pouco mais de uma década. Os planos de expansão da MSC Cruzeiros abrangem um horizonte de doze anos, de 2014 até 2026, contemplando um total de até 11 novos navios..
INTENÇÃO DE VIAGEM
A Cruise Line International Association (Clia) prevê que aproximadamente 24 milhões de pessoas realizarão um cruzeiro marítimo nesse ano, contra 15 milhões em 2006. Em 2014, o custo da indústria de cruzeiros gerou um total de US$ 119,9 bilhões para a economia global, de acordo com os dados mais recentes divulgados pela associação, e o setor também contou com 939,2 mil profissionais em tempo integral, os quais tiveram renda total de US$ 39.3 bilhões. Além disso, a indústria de cruzeiros registrou um aumento de 68% na demanda nos últimos dez anos.

Fonte: Panrotas

quinta-feira, 31 de março de 2016

Paraná tem mais duas indústrias alimentícias com gás natural

A Compagas ligou, na segunda quinzena do mês de março, mais duas indústrias com o gás natural. As empresas são do segmento alimentício e estão instaladas na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).
A Ofir Alimentos fabricante de biscoitos de polvilho, salgadinhos, sequilhos e suspiro, está instalada em Pinhais e iniciou no último dia 15 o consumo de gás natural. A indústria utilizará o combustível no processo de fabricação dos seus produtos. A Stival Alimentos também já conta com o gás natural, com o início de fornecimento pela Compagas desde o dia 23. A fábrica da Stival está localizada em Campo Largo. Na unidade fabril o gás natural será utilizado para a produção dos produtos das marcas Caldo Bom, Stivali Alimentos e Stivali Nutrição Animal.

Com estes novos consumidores, a Compagas passa a contar com 144 indústrias que consomem o gás natural para os mais diversos fins industriais, como matéria-prima, para cogeração e geração de energia elétrica. Juntas, estas empresas consomem cerca de 1,3 milhões de m³ diários de gás natural. Entre as vantagens do uso do combustível para o setor industrial estão os benefícios relevantes para o meio ambiente, pois sua queima produz baixa emissão de poluentes, já que a combustão é mais limpa e eficiente, além de ser uma fonte de energia segura, versátil e econômica. Como o gás natural não deixa resíduos, também há uma diminuição do custo operacional com manutenção de máquinas, transporte e armazenamento de combustível.

Fonte: Compagas / Comunicação

quinta-feira, 17 de março de 2016

13ª edição da Restaurant Week Curitiba conta com apoio da Compagas

Curitiba recebe até o dia 27 de março, a 13ª edição da Restaurant Week. O evento que começou no último dia 7 traz às mesas dos principais restaurantes curitibanos os “Clássicos com toques brasileiros”. Com este tema, a Restaurant Week 2016 promete valorizar os produtos nacionais e destacar os produtores locais, com a ideia de produzir receitas clássicas, de maneira sustentável, com a economia local. A Compagas apoia a edição que reúne mais de 30 restaurantes para oferecer um cardápio exclusivo com opções de entrada, prato principal e sobremesa a preços fixos no almoço – R$ 39,90 + R$ 1 doado ao Hospital Pequeno Príncipe, no total de R$ 40,90 – e no jantar – R$ 51,90 + R$ 1 da doação, fechando em R$ 52,90.

Entre os estabelecimentos participantes, seis são consumidores de gás natural fornecido pela Compagas: Scavollo, Thai – Restaurante Thailandês, Canto do Monge, Kan Restaurante, Outback Steakhouse Barigui e Ristorante Famiglia Caliceti di Bologna. A lista completa dos participantes está disponível aqui.
Considerado o maior festival gastronômico do País, em Curitiba, o evento pretende proporcionar experiências únicas e especiais vivenciadas em família e amigos. Nesta edição, o Hospital Pequeno Príncipe será beneficiado com a tradicional ação social. A cada menu vendido no festival haverá a arrecadação de R$ 1 para ser revertido as obras assistenciais da instituição.
A primeira edição deste ano da Restaurant Week contará com uma plataforma online de reservas para os restaurantes e um site atualizado, com informações completas sobre as casas participantes e os cardápios. As reservas para o Restaurant Week são feitas em parceria com a TheFork, empresa TripAdvisor. Basta acessar o site do evento – www.restaurantweek.com.br – e escolher o restaurante, clicar em reserva online, escolher a preferência por almoço ou jantar, a data e o horário e o número de pessoas para a reserva, respectivamente. Em seguida é só cadastrar os dados pessoais e a reserva estará feita.

Fonte: Compagas / Comunicação

terça-feira, 15 de março de 2016

Medidas para óleo e gás podem elevar PIB nos próximos anos, diz Fazenda

As medidas regulatórias tomadas pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) neste mês, como a prorrogação da Rodada Zero e a retomada da produção em campos interrompidos, podem gerar um incremento no resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de até 0,4 ponto porcentual ao ano, num prazo de até dez anos. A avaliação foi divulgada nesta segunda-feira, 14, pelo Ministério da Fazenda, através de um estudo da Secretaria de Política Econômica (SPE).
Na última semana, o CNPE publicou resolução que contempla a prorrogação dos contratos da Rodada Zero – firmados em 1998 -, a retomada da produção em campos interrompidos, a regulamentação das jazidas unitizáveis e a prorrogação do Repetro – regime aduaneiro especial de exportação e importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural.
O estudo aponta que as três primeiras medidas devem gerar investimento de US$ 78,7 bilhões (ou R$ 314,7 bilhões, considerando a taxa de câmbio média no período de R$ 4/US$), com maior concentração nos próximos dez anos. Esse montante, segundo a Fazenda, é equivalente a 5,3% do PIB e 29,3% do investimento em 2015.

Ainda segundo a Pasta, essa estimativa considera apenas os campos unitizáveis com acordos de individualização protocolados na Agência Nacional do Petróleo (ANP) e, portanto, em estágio mais avançado para contratação em regime de partilha. Outras estimativas consideram todo o potencial de jazidas unitizáveis. Nesse caso, informa o estudo, as estimativas do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) concluem que o potencial de investimentos pode chegar a US$ 120 bilhões.
“Essas medidas aperfeiçoam a regulação do setor e podem ter um impacto relevante na retomada dos investimentos”, afirmou o ministério, por meio de nota.
Segundo a SPE, o preço internacional do petróleo vem sendo pressionado pelo aumento da oferta dos principais países produtores. “Esse movimento vem pressionando os resultados das empresas produtoras de petróleo”, diz o documento, ressaltando que esse quadro dificulta a manutenção dos investimentos e indica queda na atratividade dos projetos do setor. “Com a manutenção dessa perspectiva, a cadeia produtiva poderá manter um plano de desinvestimentos significativo ao longo dos próximos anos, reduzindo seus investimentos e o nível de emprego no setor”, avalia.
A Secretaria pondera que o governo tem trabalhado em uma agenda regulatória com objetivo de melhorar o ambiente de negócios no setor e abrir uma perspectiva positiva de longo prazo.
Sobre a Rodada Zero, a concessão na maioria destes campos está com previsão de término em 2025, com uma estimativa de 8 bilhões de barris de óleo equivalente em volume recuperável. Com esse prazo, a SPE argumenta que tais investimentos não são recuperáveis. A prorrogação prevista pelo CNPE, segundo o estudo, pode viabilizar investimentos de até US$ 54 bilhões, concentrados nos próximos dez anos.
No que se refere à retomada de campos interrompidos, a resolução do CNPE determina que a produção seja retomada ou que as operadoras possam transferir os direitos desses campos para outras que se comprometam em retomar a produção. “Dos 59 campos com produção interrompida, estima-se que haja potencial de produção de 433 milhões de barris de óleo equivalente”, informa.
Sobre a regulamentação das jazidas unitizáveis, a SPE estima que o potencial de exploração de petróleo nos campos desse tipo é de 2,2 bilhões de barris de óleo equivalentes, com potencial de investimentos de US$ 24,2 bilhões em dez anos.
Com isso, segundo o estudo, é possível estimar que esses investimentos produzam um impacto de 4,4 p.p. do PIB nos próximos dez anos, ou 0,4 p.p. ao ano. “Essa medida, em conjunto com as demais ações do governo, permitirá a retomada do crescimento em bases mais sustentáveis”, conclui o estudo.

Fonte: Paraná online / conteúdo Estadão

segunda-feira, 14 de março de 2016

Compagas prevê iniciar em abril as obras do projeto residencial em Ponta Grossa

A Companhia Paranaense de Gás (Compagas) assinou na primeira semana do mês o contrato com a Thompson e Azevedo & Cia Ltda, empresa vencedora de licitação para executar as obras da linha tronco da rede de distribuição de gás natural que irá atender o segmento residencial em Ponta Grossa.  Ao longo de 2016, o investimento da Compagas nesse projeto será de mais de R$ 3,4 milhões, para cumprimento das obras da primeira fase. O investimento nessa expansão será de aproximadamente R$ 5 milhões para a construção de 7 km de rede, até 2017.
O início das obras está previsto para o mês de abril e, com este projeto, Ponta Grossa se consolida como a segunda cidade do Paraná a ter abastecimento residencial urbano de gás natural, depois de Curitiba. O fornecimento a partir desta rede para as unidades residenciais está previsto para 2017.

O Edifício Monet, na Vila Estrela, recebe gás natural desde 2012, e a iniciativa incentivou a Compagas a levar o combustível às demais residências de Ponta Grossa. Entre as vantagens apresentadas pelo gás natural para o consumidor residencial está o fornecimento contínuo, que elimina a preocupação do consumidor com estoque de combustível. Por ser canalizado, não é preciso destinar um local do edifício para armazenar botijões de gás, o que otimiza as áreas comuns dos empreendimentos e reduz o trânsito de caminhões que atrapalham o trânsito e os moradores. Além disso, por apresentar densidade específica menor que a do ar, em caso de vazamento, a dispersão do gás natural na atmosfera é mais rápida, reduzindo os riscos de acidentes.
Sobre a Compagas: a concessionária responsável pela distribuição de gás natural no Estado do Paraná completou 20 anos em 2014.  Empresa de economia mista, tem como acionista majoritária a Companhia Paranaense de Energia – Copel, com 51% das ações, a Gaspetro, com 24,5% e a Mitsui Gás e Energia do Brasil, com 24,5%. Em março de 2000, a empresa passou a ser a primeira distribuidora do Sul do país a fornecer o gás natural aos seus clientes, com a inauguração do ramal sul do gasoduto Bolívia – Brasil (Gasbol). Atualmente, a Compagas conta com mais de 30 mil clientes dos segmentos residencial, comercial, industrial, veicular e geração de energia elétrica e está presente em 17 municípios: Araucária, Curitiba, Campo Largo, Balsa Nova, Palmeira, Ponta Grossa, São José dos Pinhais, Colombo, Quatro Barras, Fazenda Rio Grande, São Mateus do Sul, Pinhais, Campina Grande do Sul, Paranaguá, Londrina, Carambeí e Castro.

Fonte: Compagás / Comunicação

quinta-feira, 10 de março de 2016

Pacote tenta levar investimentos ao setor de óleo e gás

O governo liberou ontem o aguardado pacote de medidas de estímulo à indústria petrolífera. Uma resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), assinada pelo ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, promete destravar investimentos estimados pelo governo em US$ 120 bilhões no longo prazo. As medidas foram antecipadas pelo Valor em fevereiro e publicadas ontem no “Diário Oficial da União”.
A resolução tem quatro artigos com definições importantes. O primeiro autoriza a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a prorrogar os contratos de concessão firmados na Rodada Zero, em 1998, logo após a quebra do monopólio da Petrobras. Esses contratos expiram em 2025 e poderão ser renovados, por até 27 anos, de forma “compatível com as expectativas de produção decorrentes” de um novo plano de investimentos a ser apresentado à agência reguladora.

No segundo artigo, a resolução do CNPE determina que a ANP notifique, até o dia 8 de abril, as petroleiras que operem campos inativos há mais de seis meses. Elas terão prazo de um ano para retomar a produção dessas áreas ou transferir os direitos de exploração para outras empresas que se comprometam a produzir no ativo. Caso contrário, as concessões serão extintas pela ANP, abrindo caminho para uma relicitação dos blocos.
O terceiro artigo prorroga a vigência do Repetro, regime aduaneiro especial para bens destinados às atividades petrolíferas, que terminaria em 2019. A intenção do governo era estender o regime por 20 anos. O prazo, contudo, não consta da resolução e precisará de ato específico do Executivo.
No último ponto da resolução, o CNPE dá um prazo de 180 dias para que o ministério conclua os estudos necessários para a proposição dos parâmetros técnicos e econômicos a serem considerados num futuro leilão de áreas unitizáveis – reservas da União que se conectam num só reservatório a descobertas já anunciadas no pré-sal, em blocos contratados, e que precisarão ser desenvolvidos em conjunto, num processo conhecido como unitização.
Um dia antes da publicação da resolução do CNPE, o secretário de Petróleo e Gás, Marco Antônio Almeida, já havia anunciado a intenção do governo de leiloar áreas unitizáveis da União em 2017. Segundo o Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), entre 8 bilhões e 10 bilhões de barris já descobertos estão sujeitos à unitização, mas o desenvolvimento das áreas é travado pela falta de regulamentação.
Em nota, o IBP considerou “amplamente positiva e benéfica ao setor” a resolução do CNPE. Segundo o instituto, as mudanças, se regulamentadas, caminham “no sentido de promover ajustes em pontos importantes” e mostram “a disposição do governo fomentar investimentos no setor”.

Fonte: Valor Econômico