terça-feira, 29 de novembro de 2016

Compagas apresenta gás natural a prefeitos eleitos, em Foz do Iguaçu

A intenção da companhia é poder viabilizar projetos de infraestrutura para atendimento a cada vez mais regiões do Estado e levar mais competitividade a essas cidades.
A Companhia Paranaense de Gás (Compagas) estará em Foz do Iguaçu entre os dias 30 de novembro e 02 de dezembro, apresentando as vantagens do fornecimento e uso do gás natural para os municípios paranaenses, durante o Encontro das Prefeitas e Prefeitos Eleitos – Gestão 2017/2020. O evento é uma realização do Sebrae/PR, da Fomento Paraná e do Governo do Estado e faz parte do Programa de Estudos Avançados para Líderes Públicos.
De acordo com o presidente da Compagas, Fernando Ghignone, a intenção da participação da companhia é demonstrar que o gás natural é uma alternativa energética vantajosa para os municípios em todas as suas possíveis aplicações, seja no segmento comercial, industrial, residencial ou veicular. “O gás natural é um indutor de investimentos, e a nossa intenção é poder viabilizar, junto com os municípios, os projetos de infraestrutura de atendimento necessários para que cada vez mais regiões do Estado contem com esse combustível, que é menos poluente, mais econômico e que vai trazer mais competitividade para essas cidades”.

Presente hoje em 17 municípios do Paraná, a meta da Compagas, segundo Ghignone, é que, até 2020, mais de 20 municípios paranaenses sejam atendidos pela rede de gás natural. “Nós temos investido na construção de novos ramais de gás e projetos que são dirigidos a diferentes regiões do Paraná. O nosso objetivo principal é interiorizar o combustível, e esse encontro é a oportunidade ideal para aproximar a companhia dos novos prefeitos, esclarecendo o que for necessário em relação a essa fonte energética”, afirma o diretor-presidente da companhia.
A abertura do Encontro das Prefeitas e Prefeitos Eleitos será no próximo dia 30 de novembro, às 19h30, com a presença do governador Beto Richa; do presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/PR, Edson Campagnolo; e de autoridades. Para inscrições e conferir a programação do 4º Encontro das Prefeitas e Prefeitos Eleitos – Gestão 2017/2020, os interessados devem acessar www.liderespublicos.pr.gov.br.
Sobre a Compagas: concessionária responsável pela distribuição de gás natural no Estado do Paraná. Empresa de economia mista, tem como acionista majoritária a Companhia Paranaense de Energia – Copel, com 51% das ações, a Gaspetro, com 24,5%, e a Mitsui Gás e Energia do Brasil, com 24,5%. Em março de 2000, a empresa passou a ser a primeira distribuidora do Sul do país a fornecer o gás natural aos seus clientes, com a inauguração do ramal sul do gasoduto Bolívia – Brasil (Gasbol). Atualmente, a Compagas conta com mais de 35 mil clientes dos segmentos residencial, comercial, industrial, veicular e geração de energia elétrica e está presente em 17 municípios: Araucária, Curitiba, Campo Largo, Balsa Nova, Palmeira, Ponta Grossa, São José dos Pinhais, Colombo, Quatro Barras, Fazenda Rio Grande, São Mateus do Sul, Pinhais, Campina Grande do Sul, Paranaguá, Londrina, Carambeí e Castro.
Fonte: COMPAGAS / Comunicação

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Cervejaria Klein inicia consumo de gás natural

Melhor custo-benefício, fornecimento contínuo e segurança são fatores que motivaram a escolha pelo combustível
No último dia 20 de outubro, a Compagas iniciou o fornecimento de gás natural à Cervejaria Klein. A unidade recém instalada em Campo Largo, a 30 km da capital paranaense, é inovadora. Com o conceito de Brewhouse, o local tem a estrutura da fábrica, bar e restaurante, espaço para eventos e outras novidades planejadas pela cervejaria. O gás natural será utilizado tanto no processo produtivo da fábrica, quanto na cozinha do restaurante para cocção dos alimentos. A inauguração ao público do novo espaço está prevista para acontecer em 30 dias.

De acordo com o diretor geral da cervejaria, Henrique Presser, o fornecimento contínuo, com a não necessidade do reabastecimento periódico, o melhor custo-benefício, e a segurança oferecida pelo gás natural estão entre os atributos levados em consideração na hora de optar pelo combustível. “O gás natural nos proporcionará maior competitividade, com melhor preço final do produto. Além disso, vale destacar o atendimento e a parceria dos profissionais da Compagas”, destaca.
O mercado de cervejas artesanais está em alta no Brasil e no Paraná o cenário não é diferente. A Cervejaria Klein é a segunda empresa do segmento atendida pela Compagas.

Fonte: Compagas / Comunicação

terça-feira, 1 de novembro de 2016

EPE quer criar agenda com estados para incentivar demanda de gás

Segundo Luiz Barroso, EPE vai dialogar com secretarias estaduais para buscar ações que estimulem consumo de gás natural.
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) quer criar uma agenda com os estados brasileiros para buscar ações que estimulem a demanda por gás natural. “Hoje, isso acaba sendo catalisado pela Abegás. Queremos que os estados e as distribuidoras tenham voz específica”, afirmou o presidente da estatal, Luiz Augusto Barroso, que ainda garantiu que a EPE vai dialogar com as secretarias estaduais responsáveis. O executivo esteve presente na Rio Oil & Gas, evento realizado pelo IBP, na última semana de outubro.

A respeito das críticas sobre o Gás para Crescer, considerado “difuso” por alguns acadêmicos e empresários do setor, Barroso afirmou que “o programa veio para consolidar uma visão estratégica do governo sobre o gás natural. Não havia a pretensão ou ambição de colocar propostas de implementação muito detalhadas, porque o primeiro objetivo é discutir com o mercado”.
Nesse sentido, “cabe ao mercado nos contar [por meio da consulta pública] se a visão do programa corrobora com a expectativa e se o timing planejado para curto, médio e longo prazo está adequado”, de acordo com Barroso.
No âmbito do Gás para Crescer, coordenado pelo MME, a EPE é responsável pelo estudo sobre a harmonização do setor elétrico com o de gás natural, assim como pelas propostas voltadas ao estímulo do consumo de gás no país. O programa, que busca a abertura do mercado, está em consulta pública até o dia 7 de novembro.

Fonte: Brasil Energia Online

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Ônibus a gás da Scania será testado no transporte público do Grande Recife

Um ônibus a gás, desenvolvido e testado pela Scania, entrará em teste no sistema de transporte da Região Metropolitana do Recife. É o  primeiro ônibus nacional movido a Gás Natural Veicular (GNV) e biometano, já testado e com bons resultados em São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Inicialmente, a linha que receberá o veículo será a Circular (Prefeitura/Cabugá). Diferentemente do passado, quando o teste de ônibus a gás foi um fracasso, agora, a promessa é de bom desempenho e, principalmente, de solução mais sustentável para a mobilidade urbana. O modelo nacional, segundo os desenvolvedores, tem autonomia para rodar 450 quilômetros, o que daria, em média, dois dias de operação sem necessidade de abastecimento.
O veículo será apresentado nesta terça-feira (18/10) e deverá entrar em operação na quarta-feira. Para os passageiros do sistema, além do fato de estar num ônibus que polui menos, as vantagens são o conforto do veículo. Por ser movido a gás, apresenta baixos níveis de ruído, beneficiando usuários e motoristas. O ônibus que será testado tem 15 metros e capacidade para até 130 passageiros. É um padron, com motor traseiro e piso baixo, ar-condicionado, janelas amplas e câmbio automático. Não haverá qualquer custo adicional para o sistema ou o
passageiro, já que a operação teste está sendo viabilizada numa parceria entre a Scania, a Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), a Empresa Metropolitana e o Grande Recife Consórcio de Transportes.
A desconfiança com o sistema a gás ainda é grande entre os operadores, até porque o custo é 20% maior do que o ônibus a diesel. Além disso, no passado, o abastecimento dos veículos era um dos maiores obstáculos à eficiência da operação porque demorava horas. “Agora, conseguimos abastecer em seis minutos porque temos um software que regula diretamente a quantidade de metano introduzida. Esse processo, antes, era feito por um compressor no momento do abastecimento. Esse ônibus chama a atenção pela redução de custos operacionais por quilômetro rodado, bem como da poluição sonora e de emissões. Em comparação com um veículo similar a diesel, ele emite 85% menos gases poluentes, se abastecido com biometano, e 70%, se estiver com gás natural veicular”, explica Silvio Munhoz, diretor de vendas de ônibus da Scania no Brasil.

O veículo chega ao Recife já com bons antecedentes, o que ajuda a diminuir a desconfiança dos empresários. De outubro de 2014 a agosto de 2015, foram realizadas oito demonstrações com um modelo sueco usando o biometano e o GNV para provar a viabilidade. Com o ônibus abastecido de GNV foram cinco oportunidades, em 2015. O veículo passou primeiramente por Sorocaba (SP), depois por Londrina (PR), Florianópolis (SC), São José dos Campos (SP) e pela capital paulista.
Em São Paulo, a demonstração foi durante os meses de junho a agosto de 2015. No período, o veículo rodou 5.000 quilômetros movidos a gás. Segundo a Scania, o teste consistiu em pôr o veículo a gás para acompanhar um ônibus similar a diesel (chamada operação sombra) num total de 12 semanas, em duas linhas do sistema paulistano. O custo por quilômetro do GNV foi 28% inferior ao do diesel. Com o modelo movido a biometano, a Scania fez testes, em janeiro de 2015, no Rio Grande do Sul, e em março, no Rio de Janeiro. “Desde quando a Scania trouxe o modelo sueco, no fim de 2014, para uma série de apresentações, o veículo, que utiliza como combustível biometano, GNV ou uma mistura de ambos em qualquer proporção, vem despertando o interesse da sociedade como uma solução para mobilidade urbana mais sustentável, considerando os aspectos sociais, ambientais e econômicos”, ressalta Munhoz.
Fonte: JC Online

terça-feira, 4 de outubro de 2016

MME abre consulta sobre diretrizes propostas pelo Gás para Crescer

As contribuições poderão ser enviadas até 07 de novembro deste ano.
As diretrizes para o novo mercado de gás natural do Brasil entraram em consulta pública nesta segunda-feira (03/10), no novo ambiente de Consultas Públicas do site do Ministério de Minas e Energia (MME). O documento “Diretrizes Estratégicas para o desenho de novo mercado de gás natural no Brasil”, criado pelo MME, em conjunto com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) lança as bases para discussões dos temas relevantes com os diversos agentes do setor. As contribuições poderão ser enviadas até 07 de novembro deste ano.

A proposta, elaborada no âmbito da iniciativa Gás para Crescer, lançada pelo ministro Fernando Coelho Filho em 24 de junho de 2016, tem como objetivo propor medidas concretas de aprimoramento do arcabouço normativo do setor de gás natural, a partir da redução da participação da Petrobras nesse segmento, e contou com contribuições de diversos agentes da indústria do gás natural no Brasil.
O debate proposto pela consulta pública deve ajudar a criar os fundamentos para o desenho de um novo mercado de gás natural com diversidade de agentes, liquidez, competitividade, acesso à informação e boas práticas, e que contribua para o crescimento do País. O conteúdo do documento colocado para consulta pública considera os seguintes pontos: Fatos e motivação; Ações; Construção Estratégica; Visão de futuro da indústria de gás natural no Brasil e os fundamentos para o desenho de um novo mercado de gás natural; e as Diretrizes Estratégicas.
As premissas dessa iniciativa compreendem a adoção de boas práticas internacionais, aumento da competição, diversidade de agentes, maior dinamismo e acesso à informação, participação dos agentes do setor e respeito aos contratos, de modo a construir um ambiente favorável à atração de investimentos, prioritariamente privados.
Adicionalmente, o MME, a EPE e a ANP divulgam relatório e conjunto de notas técnicas, resultado das frentes de trabalho da iniciativa Gás para Crescer.
Veja os documentos:
Fonte: MME

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Petrobras quer voltar a ter grau de investimento em 2018, diz Parente

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, disse nesta sexta-feira ter “perfeita consciência” de que a empresa está apenas começando a fazer os ajustes necessários.
“Temos que cumprir nossas metas e o prazo é fim de 2018, quando esperamos que a empresa esteja em condições de almejar novamente ser ‘investment grade'”, disse Parente. A petrolífera enfrentou três rebaixamentos do seu grau de investimento pelas agências de classificação de risco entre fevereiro do ano passado e fevereiro deste ano.
Segundo Parente, a companhia sabe que a divulgação do plano de negócios foi “a parte mais fácil” do processo.
De acordo com o executivo, as parcerias previstas no novo plano de negócios da companhia devem levar a investimentos adicionais de R$ 40 bilhões nos próximos dez anos.

“Parcerias trazem vantagens como compartilhamento de riscos, desoneração, intercâmbio tecnológico e fortalecimento da governança”, afirmou Parente, durante o “Exame Fórum”, realizado hoje em São Paulo.
O executivo também destacou a importância de a companhia focar na atuação de exploração e produção de petróleo e gás, assim como a necessidade da revisão da política de conteúdo local, para redução dos custos previstos no plano.
“Somos a favor de fortalecer a política de conteúdo local, mas em outras condições, com estrutura para crescer.”
Paridade
O presidente da Petrobras afirmou que o aumento da alavancagem e do endividamento da companhia desde 2010 foi afetado, entre outros motivos, pelas práticas de controle de preços abaixo da paridade internacional.
“O crescimento da alavancagem foi exponencial desde 2010. A conta de juros desde então subiu por aumento da dívida e também por aumento de juros”, afirmou Parente.
Para o executivo, grande parte do endividamento não gera qualquer caixa para empresa, uma vez que foi feito, entre outros motivos, para investimentos que não estão prontos.
“A gestão entre 2014 e 2015 não foi conhecida pela previsibilidade de suas ações”, disse.

Fonte: Valor Online

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Abegás apresenta ao MME proposta em linha com Gás para Crescer

Ministério teria considerado “excelente” estudo apresentado pela associação, elaborado pela Strategy&
A Abegás apresentou ao MME nesta terça-feira (27/9) uma proposta com os principais pontos que, na visão das distribuidoras, precisam ser considerados na elaboração de novas políticas para o setor de gás natural, cuja discussão ocorre no âmbito do programa Gás para Crescer, criado para organizar a abertura do mercado de gás diante da saída da Petrobras. O estudo foi elaborado pela consultoria Strategy&, contratada pela Abegás, apurou a Brasil Energia.
Segundo fontes a par das discussões, o ministério teria considerado a proposta da Abegás como “excelente”, muito próxima às ideias já desenhadas pelo governo. A impressão geral, inclusive, é de que o estudo teria sido desenvolvido com base nas diretrizes principais já apontadas pelo MME. Essas diretrizes, junto às propostas apresentadas por diversos agentes interessados, serão alvo de uma minuta de resolução a ser publicada na próxima segunda-feira (3/10).

Em seguida, serão conduzidas novas rodadas de discussão até a redação de um texto definitivo, que seguirá para a análise do CNPE, na reunião de dezembro. Os dez temas prioritários são resultado de um consenso entre governo e indústria, segundo o secretário de Petróleo e Gás do MME, Márcio Félix.
As diretrizes preveem o compartilhamento de infraestruturas consideradas essenciais para o mercado de gás natural, o que deve incluir os terminais de regaseificação de GNL e as unidades de processamento (UPGNs); o apoio às negociações de compra de gás da Bolívia; a harmonização entre as regulações estaduais e federal, que representa hoje o principal entrave para o swap de gás; entre outras ações.
Mais prazo para revisão de tarifa
A Abegás também encaminhou à ANP um pedido de extensão do prazo da chamada pública que discute a revisão da tarifa referente ao transporte de gás natural que compõe os contratos de compra e venda do insumo. A associação pediu que o prazo seja de 90 dias no total, e não de 30, como foi previsto inicialmente. A ANP ainda não divulgou seu parecer.
A proposta inicial da agência prevê a transição de uma parcela fixa de preço para outra flexível, que levaria em consideração o custo proporcional à distância entre os pontos de entrada e saída do gás natural na rede. A princípio, o processo de consulta de interesse vai até 12 de outubro.

Fonte: Brasil Energia Online