quarta-feira, 29 de março de 2017

Compagas participa da Expo Londrina 2017

A Companhia Paranaense de Gás (Compagas) marca presença, pelo terceiro ano consecutivo, na Expo Londrina 2017 e leva para seu estande no evento o caminho que o gás natural percorre até chegar nos principais polos consumidores. O objetivo é apresentar aos visitantes da exposição as vantagens e os benefícios em utilizar o combustível canalizado nos diversos setores da economia, nas indústrias, nos veículos, comércios e nas residências. A Expo Londrina está em sua 57ª edição e será realizada entre os dias 30 de março a 09 de abril, no Parque de Exposições Ney Braga, em Londrina.

Em razão do dinamismo da agroindústria e dos serviços, Londrina está entre as maiores economias do Estado e concentra parte do investimento realizado pela Compagas. A Companhia conta com cerca de 5 km de extensão de rede de distribuição na cidade e atende atualmente três indústrias com o gás natural. Juntas, elas consomem um volume de mais de 920 mil m³ de gás natural por mês no município. Além das indústrias, mais de 1,2 mil veículos da cidade utilizam o Gás Natural Veicular (GNV).
A organização da Expo Londrina espera receber cerca de 500 mil pessoas nos onze dias do evento. Ao todo, serão mais de 2,4 mil expositores e a previsão é que a exposição gere em torno de 9 mil empregos diretos e indiretos.

Fonte: Compagas / Comunicação

sexta-feira, 24 de março de 2017

Compagas inaugura rede de gás natural nos Campos Gerais

O projeto, que contempla as cidades de Ponta Grossa, Carambeí e Castro, recebeu investimento de R$ 85 milhões
A Companhia Paranaense de Gás (Compagas) inaugura na quinta-feira (30), a rede de distribuição de gás natural nos Campos Gerais. O evento acontece, às 15h, em Castro (PR) e oficializa o início de fornecimento do combustível canalizado para as empresas Cargill e Evonik. Para o diretor-presidente da Compagas, Fernando Ghignone, este é um marco importante e deve impulsionar o crescimento e o desenvolvimento econômico da região. “O gás natural é um combustível menos poluente e oferece vantagens econômicas e operacionais, além de benefícios competitivos à diferentes segmentos de mercado”.

O investimento da Compagas no projeto executado nos Campos Gerais foi de mais de R$ 85 milhões para a construção de 76 km de rede de distribuição de gás natural, ligando os municípios de Ponta Grossa, Carambeí e Castro. O início das obras se deu em 2014 no Distrito Industrial de Ponta Grossa, a partir da rede existente no município, sentido aos municípios de Carambeí e Castro. As empreiteiras responsáveis pela execução foram a Goetze Lobato Engenharia (construção da rede) e a Poliutil Engenharia (perfuração em rocha), vencedoras dos processos licitatórios.
O ramal que interliga os municípios de Ponta Grossa, Carambeí e Castro tem um potencial de volume que pode chegar a um fornecimento extra de mais de 20 mil m³/dia para indústrias e postos de combustíveis dos municípios. Inicialmente, as empresas já ligadas a rede de distribuição, Cargill e Evonik, consomem um volume de cerca de 12 mil m³/dia. A Compagas está em negociação com empresários e potenciais clientes da região para ampliar o número de clientes atendidos nos municípios.

Fonte: Compagas / Comunicação

segunda-feira, 13 de março de 2017

Gás natural distribuído para geração de energia deve viver era de ouro, aponta estudo

Concorrência com sistemas de armazenamento é uma das tendências apontadas para usinas de pequeno porte abastecidas pelo insumo, segundo Navigant.
O gás natural para a geração de energia por pequenas usinas, especialmente em unidades de cogeração, deve experimentar uma “era de ouro” nos próximos cinco anos no cenário global, avalia a empresa internacional de consultoria Navigant Research. Normalmente essas usinas estão conectadas a redes de distribuição de gás natural e ligadas a redes de baixa tensão.
De acordo com a empresa, a fonte de energia pode viver uma nova era de testes de tecnologias que serão usadas em novos modelos de negócio e em novos mercados.

Entre as tendências apontadas pela Navigant está a possível concorrência do gás natural com sistemas de armazenamento de energia e uma possível busca de fornecedores de células de combustível por mercados externos, de olho numa recuperação após um difícil ano de 2016. Outra possível tendência é do reconhecimento de entes regulatórios dos benefícios da localização e da partida rápida de empreendimentos conectados em redes de distribuição de gás natural.
Abundante, flexível e de baixo risco
Alguns fatores-chave explicam o bom momento que a geração distribuída a gás pode experimentar. Um deles é a abundância do gás natural no mercado mundial, a preços baixos. De acordo com o estudo, o combustível vem alcançando mercados globais e mantendo-se como fontes economicamente viáveis na grande maioria dos países no médio e longo prazo, especialmente após o boom do gás não-convencional na América do Norte, buscando regiões como China, África e boa parte da América Latina.
Outro fator de crescimento é o aumento da base instalada de energia renovável intermitente, que vai continuar demandando níveis crescentes de geração flexível.
“Como sendo uma tecnologia estabilizada e de baixo risco, o DNG [gás natural distribuído, na sigla em inglês] vai desempenhar um papel-chave na rede, juntamente com o mercado de armazenamento de energia, que vive uma acelerada expansão”, disse a Navigant no estudo, ressaltando que a adição de nova capacidade instalada eólica e solar no mundo entre 2016 e 2020 deve totalizar 547 GW, mais que a soma do total implementado na Alemanha e no Japão.
O armazenamento de energia, avalia, está com os preços em queda e está sendo visto como a resposta mais importante para os problemas que a intermitência causa, com apoio de órgãos reguladores. “No entanto, a expansão da transmissão e o armazenamento podem ser vistos como necessários, mas insuficientes na corrida para integrar as energias renováveis”.
Fonte: Brasil Energia

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Demanda por GNL aumentará 5% ao ano até 2030

Demanda por gás deve manter ritmo de aumento de 2% ao ano
A demanda global por GNL deve aumentar de 4% a 5% anualmente entre 2015 a 2030. Neste período, a demanda por gás crescerá 2%, mesmo ritmo de crescimento desde 2000. As previsões são do primeiro boletim de previsões para o mercado de GNL lançado pela Shell nesta segunda-feira (20/2).
Em 2016, a demanda global por GNL foi de 265 milhões de toneladas. Ao todo, 35 países importaram o energético no ano, mais que o triplo dos dez países importadores do começo do século. De acordo com a petroleira, a expectativa é que os Estados Unidos continuem como o principal consumidor de gás nos próximos anos, seguidos pela Rússia.
A Shell acredita que entre 2014 e 2020 o tamanho do comércio global de GNL crescerá 50%, mas será necessário que a indústria faça grandes investimentos para suprir o crescimento da demanda pelo energético na próxima década.

“Enquanto a indústria tem sido flexível no desenvolvimento de nova demanda, houve uma queda nas decisões de investimento para produção nova”, afirma o relatório.
O crescimento na comercialização do GNL deverá vir principalmente de novas exportações na Austrália e nos Estados Unidos, sendo que mais de 60% desta nova capacidade de produção virá de áreas que entrarão em operação somente na próxima década.
A Shell lembrou que os projetos de GNL podem levar de quatro a cinco anos para entrar em operação, tempo que vem diminuindo com o uso de FSRUs. Desde 2015, oito novos FSRUs iniciaram atividades na costa de países importadores. Com isso, há um total de 21 unidades atuando globalmente hoje e outras seis em construção.
No ano passado, o crescimento da produção de GNL veio principalmente da Austrália, onde as exportações aumentaram 15 milhões de toneladas e chegaram a 44,3 milhões de toneladas.
A expectativa é que os preços de GNL continuam a ser impactados pelo preço do barril de petróleo, preços das fontes renováveis e pelo custo dos projetos. Os preços futuros devem continuar a competir com os preços do gás bombeado regionalmente.

Fonte: Brasil Energia Online

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Conversões de veículos para GNV aumentam 151% no Paraná

Diante da alta nos preços da gasolina e do etanol, muitos consumidores buscam no Gás Natural Veicular (GNV) uma alternativa para economizar. Um indicador é o número de conversões de veículos para uso do GNV. De acordo com a Companhia Paranaense de Gás (Compagas), em 2016, o número de conversões no Paraná foi 151% maior que no ano anterior. No total, 691 carros iniciaram o uso do combustível e a frota paranaense atingiu a marca de 34.383 veículos utilizando gás natural.
A opção pelo GNV é explicada pela competitividade do combustível. Com base no sistema de levantamento de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o valor médio* do litro da gasolina para o consumidor paranaense hoje é de R$ 3,69 e do etanol é de R$ 2,97, enquanto o metro cúbico do GNV tem preço médio de R$ 2,53 no Estado. Com o rendimento previsto (13,2 km/m³ no GNV, 10,7km/l na Gasolina e 7,5km/l no Etanol.), para rodar 100 quilômetros com o GNV, o motorista gasta cerca de R$ 19,16, enquanto que com a gasolina o custo é de aproximadamente R$ 34,40 e com o etanol é de R$ 39,6. Ou seja, a economia para quem abastece com GNV pode chegar a quase 50%.


O gerente do segmento veicular da Compagas, Mauro Melara, lembra que, no Paraná, os motoristas também têm desconto no IPVA. Para os carros movidos a gás natural o custo do imposto é de 1% sobre o valor do veículo, perante os 3,5% do valor sobre os veículos movidos a gasolina e/ou etanol.  “O preço da instalação do kit GNV varia de R$ 3 mil a R$ 4 mil, e para quem roda cerca de 4.000 km no mês, por exemplo, o tempo de retorno do investimento é, em média, de 5 meses”, explica Melara, destacando que essas contas podem ser feitas no Simulador de Economia no site Compagas: http://compagas.com.br/simulador-de-economia-gnv
Concessionária responsável pela distribuição do gás natural no Paraná, a Compagas conta com 36 postos revendedores de GNV, nas cidades de Curitiba, Campo Largo, Colombo, Paranaguá, Pinhais, Ponta Grossa e São José dos Pinhais, e um em Londrina comercializa o gás fornecido pela GasLocal. O Estado conta com 19 oficinas credenciadas pelo INMETRO para efetuar a conversão.

Fonte: Compagas / Comunicação

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Sul: Região registra até 65% de economia com o uso do GNV

Santa Catarina se destaca na região Sul pela alta competitividade do GNV. Na terceira semana de janeiro, abastecer em postos catarinenses pode representar um corte de 54% nas despesas frente a gasolina e de 65% ante o etanol. O desembolso para quem roda 100 km com GNV é de R$ 16 e de R$ 35 com gasolina e com R$ 46 com etanol.
No Rio Grande do Sul, rodar com etanol tem um dos custos mais elevados do País, chegando a R$ 51 o percurso de 100km, enquanto com a gasolina um trecho com essa quilometragem sai por R$ 36 e com GNV, apenas R$ 21. Para os motoristas que rodam 2.500 km com GNV, a economia pode chegar a R$ 745.
No Paraná, a economia é de 54% em relação ao etanol e 47% em relação à gasolina. Rodar com GNV sai por R$ 18 o trecho de 100 km. Com gasolina e etanol, o desembolso é de R$ 35 e R$ 40, respectivamente.


Para realizar a análise, a Abegás utiliza como referência o veículo Fiat Siena, que já contempla em seu manual de fábrica o consumo com os três combustíveis e percorre 13,2 km por metro cúbico de GNV, 10,7 km com gasolina e 7,5 km com o etanol. O estudo utiliza como base para o calcula da economia mensal proporcionado pelo GNV veículos que rodam em média 2.500 km em 30 dias.


Fonte: Comunicação ABEGÁS.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Nova fonte de gás no Paraná

Um dos principais projetos da Compagas para 2017 é analisar, por quatro meses, a viabilidade da produção de biogás e biometano com agricultores do interior
O biogás pode ser a nova alternativa da Compagas para desenvolver o mercado de gás natural no interior do estado paranaense. A distribuidora montou um projeto com a Castrolanda, empresa do segmento agropecuário, para estudar a viabilidade técnica e econômica da produção de biogás e biometano na região de Castro, no Paraná.
Aliás, a Compagas tem grandes planos para 2017, quando pretende investir R$ 25 milhões para chegar ao fim do ano com uma rede de distribuição de gás natural de 815 km no Paraná. Outra meta da concessionária é ampliar sua carteira de clientes em 10%, além de dar início a novos projetos de pesquisa e desenvolvimento, como o de biogás com a Castrolanda.

A pedido da Brasil Energia, a Compagas compartilhou os detalhes desse projeto. O termo de cooperação assinado pelas duas empresas foi estruturado em cinco etapas. Na primeira, serão colhidas informações socioeconômicas da região pecuarista onde o empreendimento viria a ser executado. Em seguida, uma equipe designada pelas empresas vai apresentar as normas e os regulamentos técnicos pertinentes ao projeto.
A terceira é a fase de dimensionamento das alternativas disponíveis para o aproveitamento de biogás e biometano e, claro, o orçamento de cada uma delas. Depois, a ideia é que a equipe comece a delinear as soluções viáveis para o projeto de acordo com o modelo de negócios da Compagas e da Castrolanda e, por fim, as empresas vão analisar os resultados do estudo para que possam decidir se o investimento trará o retorno esperado.
Prazo definido
Todas as etapas do estudo serão realizadas nos próximos quatro meses, de acordo com a distribuidora paranaense, controlada pela Copel. “A Compagas tem muito interesse em desenvolver essa fonte energética no Paraná. [O biogás] permite a interiorização e o desenvolvimento do mercado de gás natural, além de servir como instrumento de sustentabilidade para a cadeia do agronegócio e de gerenciamento de resíduos sólidos”, de acordo com a concessionária de gás natural.
Atualmente, 849 produtores agropecuários de Castro são associados à Castrolanda. Os subprodutos dessas atividades, resíduos de origem vegetal e animal, são reaproveitados por biodigestores na produção de biometano, produto de composição praticamente idêntica à do gás natural. Além de aumentar a oferta de um energético de alto poder calorífico, há também benefícios para o meio ambiente, já que alguns subprodutos, como esterco e estrume, emitem grande quantidade de gases de efeito estufa para a atmosfera, como o gás metano (CH4).
Outras frentes para biogás
A concessionária coordena outro projeto de análise de viabilidade técnica relacionada a biogás e biometano, fruto de uma parceria com o Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás).
O foco desse estudo são as pequenas e médias propriedades rurais, cooperativas, granjas e também empresas instaladas na região oeste do Paraná, que, juntas, podem aumentar significativamente o volume de biogás produzido no estado.

Fonte: Brasil Energia Online