quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Compagas quer ampliar em quase 50% o mercado residencial até 2014


Distribuidora vai instalar 18 km de rede para conectar 7.600 novos clientes nos próximos dois anos


A Compagas espera conectar cerca de 7.600 novos clientes residenciais nos próximos dois anos. A expectativa da companhia é instalar 18 km de rede até o final de 2014, para atendimento ao mercado residencial no estado. Hoje, 16 mil residências consomem gás natural no Paraná.

O plano de expansão da distribuidora prevê investimentos na capital, nos bairros Ahú, Alto da Glória, Alto da Rua XV, Atuba, Bacacheri, Bairro Alto, Boa Vista, Cabral, Centro, Cristo Rei, Jardim Botânico, Jardim Social, Juvevê, Hugo Lange, Rebouças e Tarumã.
Nas últimas semanas, a Compagas iniciou o fornecimento de gás natural a mais dois prédios residenciais de Curitiba. O condomínio do edifício Barão de Cotegipe, no bairro Água Verde, possui 14 apartamentos que utilizarão medição individual. Já o edifício Sabará II, localizado no bairro Batel, contará com medição coletiva para suas 18 unidades consumidoras.
Fonte: Brasil Energia

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Gás natural conquista mais 180 novos clientes no Paraná

O gás natural chegou a 16.234 clientes no estado do Paraná (exceto térmica) em novembro. Neste mês, a Compagas comercializou 1.073.055 m³/dia de gás natural, totalizando cerca de 32 milhões de metros cúbicos fornecidos. Em relação a outubro, a companhia conquistou 180 novos clientes, sendo 178 residenciais e 2 comerciais. O segmento industrial continuou como o maior consumidor, média de 525 mil m³/dia.
 
 
Atualmente, são 13 municípios atendidos – Curitiba, Ponta Grossa, Palmeira, Campo Largo, São José dos Pinhais, Balsa Nova, Araucária, Colombo, Paranaguá, Pinhais, São Mateus do Sul, Quatro Barras e Londrina – 41 postos revendedores do gás natural, 596 km de rede de distribuição e mais de 400 prédios residenciais que utilizam o combustível.
 
 
Fonte: Gerência de Marketing e Comunicação Compagas

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Compagas investirá R$ 247 milhões para ampliar rede de gás natural


O governador Beto Richa, junto ao presidente da Compagas, Luciano Pizzatto, anunciaram nesta segunda-feira (3/12) que o Estado vai investir R$ 247 milhões até 2014 para ampliação da rede de gás natural no Paraná. O anúncio foi feito durante a inauguração do novo Centro de Operações e Administração da Compagas, localizado na Cidade Industrial de Curitiba (CIC).
 
 
 
O recurso integra o Programa de Modernização da Infraestrutura (Proinfra), que foi lançado por Richa na semana passada e vai investir R$ 12,5 bilhões em melhorias na infraestrutura no Estado.
 
Fonte: O Diário.com

terça-feira, 20 de novembro de 2012

XIII Seminário Nacional de Petróleo e Gás Natural no Brasil




O 13° Seminário Nacional de Petróleo e Gás Natural no Brasil promete movimentar o Senado Federal, em Brasília, no próximo dia 22 de novembro (quinta-feira). Destaque para os painéis de debate sobre o PL 2565/2011, o sucesso da produção no Pré-Sal e as incertezas no mercado de derivados.
 
 
Tendo em vista a expressividade do setor de petróleo e gás natural no Brasil, o Instituto Brasileiro de Ação Responsável, por meio do Programa Ação Responsável - que atua em parceria com o Governo Federal – realiza, em Brasília, a 13º edição do "Seminário Nacional de Petróleo e Gás Natural no Brasil: Desafios e Oportunidades". O evento será composto por um módulo, estruturado para democratizar e potencializar as estratégias do governo brasileiro, em busca de um melhor desempenho na cadeia produtiva de petróleo e gás natural, tal como fazer uma reflexão à política nacional e externa do país, sobretudo na matéria competitividade e inovaçãopara as indústrias nacionais.
 

 

Seguindo a tendência de representações do setor, o evento trará à pauta a disseminação do conhecimento e da inovação tecnológica pelas empresas da cadeia, o aumento da transparência das políticas de exigência de conteúdo nacional, o acesso a matérias-primas e infra-estrutura em condições competitivas, a atração de investimento de empresas internacionais e a garantia de isonomia tributária, técnica e comercial entre empresas brasileiras e estrangeiras.
 
 
Entre os painéis de debate no evento, estão:o PL 2565/2011, que trata da nova distribuição dos royalties, na Câmara dos Deputados; a previsão da 11ª rodada de licitações em maio de 2013; a previsão da 1ª rodada de licitações no polígono do Pré-Sal; o sucesso da produção no Pré-Sal; a queda de produção na Bacia de Campos; a redução de custos e os desinvestimentos da Petrobras; as incertezas no mercado de derivados; e a questão das importações de gasolina e etanol.
 
 
O objetivo do seminário é promover a participação de profissionais expressivos, oriundos de diversos segmentos da área. "O universo de informações gerado nesses painéis servirá de estofo para o grande debate do dia, do qual participarão autoridades do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, além da Iniciativa Privada e Terceiro Setor", argumenta Clementina Moreira Alves, presidente do Instituto Brasileiro de Ação Responsável e coordenadora do Programa.
 
 
Do debate, resultará um documento pautado no conceito de "Economia-Sócio-Ambiental", com propostas de encaminhamento a Presidência da República, Casa Civil, Ministério de Minas e Energia, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e ao Congresso Nacional.
 
 
O evento reúne, no Senado Federal, parlamentares e representantes do setor privado, instituições nacionais e internacionais, bancos de investimentos, centros de pesquisa, universidades e terceiro setor. As inscrições são gratuitas.


Fonte: Portal Fator Brasil

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Xisto vai pôr os EUA à frente da Arábia Saudita



O boom na produção de petróleo de xisto vai fazer os Estados Unidos ultrapassarem a Arábia Saudita como maior produtor de petróleo do mundo até 2020. A virada pode transformar profundamente não só as reservas de combustíveis fósseis do planeta, mas, também, o panorama geopolítico, informou a Agência Internacional de Energia.
 
No seu reputado relatório anual sobre o setor, o "World Energy Outlook", a AIE afirmou que o mapa energético mundial "está sendo transformado pelo ressurgimento da produção de petróleo e gás" nos EUA. A agência assessora a nações industrializadas em políticas energéticas.

O estudo, publicado ontem, contrasta com o do ano passado, que vislumbrava uma briga entre Rússia e Arábia Saudita pela primeira posição.


"Por volta de 2020, os EUA devem se tornar o maior produtor de petróleo do mundo" e ultrapassar a Arábia Saudita por um tempo, disse a agência. "O resultado é a queda continuada das importações de petróleo dos EUA [que hoje somam 20% daquilo que o país consome] até o ponto no qual a América do Norte se torna uma exportadora líquida de petróleo, por volta de 2030".


A mudança será fruto, sobretudo, do desenvolvimento de jazidas de hidrocarbonetos em formações rochosas como as de xisto betuminoso, que começam a ser exploradas para valer graças a uma nova combinação de duas tecnologias: fraturamento hidráulico e perfuração horizontal.


Segundo dados da Agência de Informações sobre Energia dos EUA, a produção de petróleo do país no terceiro trimestre subiu 7% em relação a um ano antes, para 10,76 milhões de barris/dia.


As conclusões da AIE são parcialmente corroboradas pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo. Ainda assim, a participação de membros da Opep na produção mundial vai subir de 42% hoje para 50% em 2035, segundo a AIE.


Fonte: Valor Econômico




sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Produção de petróleo cai e a de gás aumenta em setembro

A produção de petróleo no Brasil foi de aproximadamente 1,924 milhão de barris diários em setembro, informou ontem a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O volume é 8,4% inferior ao de setembro do ano passado e 4% abaixo do apurado em agosto deste ano. Foi a terceira queda consecutiva na comparação com o mês anterior.
 
Já a produção de gás natural no país foi de 71,7 milhões de metros cúbicos diários em setembro, 9,9% acima de setembro de 2011 e 0,5% superior à produção de agosto.
 
O campo de Marlim Sul, na bacia de Campos, foi o de maior produção de petróleo e o segundo maior produtor de gás natural, com 318,1 mil barris de óleo equivalente em setembro. O campo de Manati, na bacia de Camamu (BA), foi o maior produtor de gás natural, com 6,7 milhões de metros cúbicos diários.
 
Cerca de 93,7% da produção de petróleo e gás natural foi originada de campos operados pela Petrobras. Dos 20 maiores campos produtores de petróleo e gás natural no país, dois são operados por empresas com capital majoritário estrangeiro. É o caso do campo de Peregrino, na bacia de Campos, da norueguesa Statoil, décimo maior produtor, e do campo de Ostra localizado no Parque das Conchas, também na bacia de Campos, operado pela anglo-holandesa Shell, na 16ª posição, na lista dos 20 maiores produtores.
 
A ANP também detalhou a evolução da exploração da camada pré-sal, que em setembro teve produção de 182,6 mil de barris diários e de 5,9 milhões de metros cúbicos/dia de gás. No total, a produção de óleo e gás do pré-sal foi de 220,1 mil barris de óleo equivalente por dia, 8,3% acima de agosto. Dos 13 poços produtores do pré-sal, oito estão entre os 30 maiores produtores do país.
 
 
Fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Gás natural pode ter usos diversificados nos hospitais

Economia, inovação, eficiência, segurança e otimização do sistema energético. Essas são apenas algumas das vantagens proporcionadas pelo gás natural para os hospitais. No Paraná, a Compagas está preparada para atender às demandas das entidades de saúde em diversas finalidades, como no aquecimento de água e na cocção de alimentos e também para os fins energéticos – climatização e cogeração.
 
Atualmente, são 11 os hospitais que já utilizam o gás natural como matriz energética no estado. “Ficamos felizes em poder proporcionar às entidades de saúde um combustível mais seguro, menos poluente e com maior eficácia. Seguimos a diretriz do governador Beto Richa de diversificar a matriz energética do Paraná e queremos continuar utilizando o gás natural como indutor do desenvolvimento regional” afirma Luciano Pizzatto, diretor-presidente da Compagas.
 
 
Fins energéticos – Nos hospitais, o gás natural também pode ser utilizado em processos de climatização e/ou cogeração. A climatização é um conjunto de processos que, por meio de equipamentos, garante tanto o aquecimento quanto a refrigeração de ambientes ou da água utilizada nestes locais. O custo com a energia elétrica para a realização deste processo é alto, podendo representar até um terço da conta de luz do empreendimento. Utilizando o gás natural como combustível, os custos são reduzidos, pois se utiliza uma fonte de energia para dois usos, e ainda se agrega maior segurança e praticidade, pois o fornecimento de gás natural é contínuo e não há necessidade de estoque de combustível no estabelecimento.
 
No caso da cogeração, o processo está entre as soluções mais inteligentes para a otimização do sistema energético de um hospital, pois permite a geração simultânea de energia elétrica e térmica (geração de vapor, aquecimento ou resfriamento de água), a partir de uma única fonte de combustível, o gás natural. Há redução direta dos custos da matriz energética e também ganhos indiretos, com a continuidade operacional, o melhor aproveitamento energético e o aumento da confiabilidade energética do empreendimento que passa a contar com mais uma fonte de energia.
 
Respeito ao meio ambiente – A extração do gás natural apresenta menor agressão ao meio ambiente, com menos emissões de poluentes em relação aos demais combustíveis fósseis. Com isso, contribui para a redução do impacto ambiental. Neste cenário, o gás natural também se destaca como energia alternativa para diminuir a degradação ambiental, com baixo custo e segurança.
 
Fonte: Newsletter Compagas