segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Distribuidoras negociam com montadoras lançamento de novos veículos movido a gás natural

O presidente executivo da Associação Brasileira de Gás Canalizado (ABEGÁS), Augusto Salomon, anunciou que as distribuidoras de gás natural estão empenhadas em negociar com as montadoras a produção de novos modelos de carros movidos a gás natural de fábrica. Durante abertura do II Encontro das Distribuidoras de Gás do Nordeste nesta quinta-feira (27), ele lembrou que hoje só o Grand Siena Tetrafuel, da FIAT, já sai de fábrica, mas seria importante que, assim como aconteceu no passado, outras marcas lançassem modelos movidos a GNV, gasolina e álcool.
 “A nossa luta na ABEGÁS é que cada vez mais veículos já saiam com GNV de fábrica sem a necessidade de conversão. Essa é uma estratégia atrelada a escala de vendas e certamente irá facilitar a vida do consumidor pela economia e autonomia oferecida pelo combustível”, destacou Augusto Salomon.

Augusto Salomon também destacou o papel estratégico do gás natural na indústria, mas disse que é um desafio das distribuidoras buscarem uma melhor eficiência e diversificação do uso para que a sua ampliação vá além da queima do gás. “Em um momento de crise que o país está passando o nosso papel é reconstruir esse mercado já que muitas empresas têm migrado para os Estados Unidos pelo preço competitivo do gás. Neste sentido, formamos um grupo de trabalho com o Ministério das Minas e Energia e da Fazenda para discutir alternativas para a expansão do gás natural no Brasil”, explicou.
Durante toda a quinta-feira, presidentes e dirigentes da ABEGÁS e de 7 distribuidoras de gás do Nordeste estiveram reunidos discutindo estratégias para manter a competitividade do gás natural no mercado. O presidente da PBGÁS, George Morais, destacou a importância da troca de experiências entre as principais distribuidoras de gás do Nordeste que juntas somam quase 15 milhões de metros cúbicos dia e abastece 20% do mercado de gás natural do país.
Ele considerou o encontro positivo e informou que novos encontros estão programados para o Estado de Alagoas e Pernambuco. “Estamos compartilhando experiências para que cada vez mais o gás natural concorra de maneira isonômica e competitiva com outros energéticos como o coc de petróleo, óleo diesel e madeira gerando cada vez mais credibilidade para que indústria e comércios possam se planejar e otimizar seus lucros com a utilização de um combustível mais limpo e eficiente”.
O gerente de Mercado Industrial e Automotivo, Evaldo Mello, falou sobre o cenário do gás natural na Paraíba e a participação dos mercados residencial, industrial, comercial e automotivo. Ele também sobre a política comercial na indústria que tem como meta substituir o uso de energéticos de baixo valor agregado e as ações que estão sendo implementadas para incentivar o setor automotivo como o bônus para conversão para o GNV, a compra de carros tetrafuel de fábrica e estudos de viabilidade de rota e Duel Fuel para veículos pesados.
Também participaram do encontro em João Pessoa os presidentes da Algás, Arnóbio Cavalcanti, da BahiaGás, Luis Eduardo Lima, da Cégas, Antônio Elbano, da Comgás, Luis Henrique, da Copergás, Décio Padilha, da Sergás, Raoni Lemos, o Gerente de Planejamento da Abegás, Marcelo Mendonça, e os diretores da PBGÁS, David Mouta (Administrativo Financeiro) e Carlos Vasconcelos (Técnico Comercial).

Fonte: Notícias PBGÁS

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Obra de gasoduto chega à fase final

As obras do gasoduto que a Companhia Paranaense de Gás (Compagas) constrói entre Ponta Grossa e Castro, na Região dos Campos Gerais, avançam em ritmo avançado e chegam à fase final. Dos 78,6 quilômetros de extensão previstos entre a BR-376, em Ponta Grossa, e as fábricas da Cargill e Evonik, no Distrito Industrial II Tatsuo Yamamoto, restam apenas 1,7 mil metros de trechos em rocha a serem finalizados, segundo informações da Companhia. A conclusão das obras deverá ocorrer nos próximos meses e deverá entrar em operação ainda em 2015.

 “Em pouco tempo, outros municípios dos Campos Gerais poderão contar com um combustível menos poluente, mais econômico e que vai trazer mais competitividade à indústria local. Além disso, a chegada do gás natural pode levar novas indústrias para esses municípios”, afirma o diretor-presidente da Compagas, Fernando Ghignone. Além de Castro, o município de Carambeí também será beneficiado com o gasoduto, fornecendo a infraestrutura de atendimento necessária às indústrias da região e aumentando o potencial de atrair novos investidores.
A Compagas também vai iniciar, em breve, o projeto de implantação da rede de distribuição residencial em Ponta Grossa. Ao longo de 2015, serão mais de R$ 2 milhões em investimentos e o montante total aplicado nessa expansão será de aproximadamente R$ 5 milhões para a construção de seis quilômetros de rede, até 2018. Dessa forma, Ponta Grossa se consolida como a primeira cidade do interior do Paraná a ter abastecimento residencial urbano de gás natural.

Fonte: Jornal da Manhã (PR)

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Dirigente anunciará novos leilões para exploração de gás natural no Maranhão

A presidente da Agência Nacional de Petróleo, Magda Chambriard, vai anunciar nesta sexta-feira (31), em São Luís, a realização de um novo leilão de blocos para exploração de gás natural no Vale do Parnaíba, no Maranhão.
Magda vem ao Estado se encontrar com o governado Flávio Dino (PCdoB) e anunciar oficialmente a comercialização de 22 blocos, através do leilão que será realizado em outubro próximo na sede da ANP, no Rio de Janeiro.

Com a comercialização dos novos blocos, o Maranhão volta à cena nacional da produção de matriz energética. A decisão já havia sido informada pela presidente da ANP ao governador Flávio Dino durante reunião em Brasília, no início do ano, na sede do órgão, e da qual participou o deputado José Reinaldo Tavares.
Para que esta nova rodada de leilões seja realizada, o Conselho Nacional de Política Energética aprovou a resolução que autoriza a Agência Nacional do Petróleo a realizar a 13ª rodada de licitações para exploração de gás no país. A Bacia do Parnaíba, localizada no Maranhão, que será contemplada com o leilão de 22 blocos de exploração de gás natural é tida coma mais atraente.
Hoje, o Maranhão produz 2 milhões de m³ de gás natural e, com os novos investimentos em construção a partir de 2015, chegará a 5 milhões de m³ a partir de 2016. Para esse crescimento, foi fundamental a declaração de comercialidade da Bacia Terrestre do Parnaíba, autorizada por Flávio Dino no mês de março.
Os novos leilões que acontecerão em outubro darão amplitude ainda maior para o Maranhão no cenário nacional da exploração de gás natural – com potencial ainda a ser dimensionado a partir das operações que se iniciam com a realização dos certames referentes aos 22 blocos.

Fonte: Brasil 247

terça-feira, 28 de julho de 2015

Gás natural e biodiesel: novos combustíveis para as locomotivas

O uso exclusivo de diesel como combustível para locomotivas de carga está dando lugar a outras fontes de energia, mais limpas e baratas. Entre elas destaca-se o gás natural liquefeito. Segundo um relatório divulgado este ano pela Energy Information Administration (EIA), do governo dos Estados Unidos, “o grande potencial de economia de custos com a transição do diesel para o gás natural desperta o interesse prioritário na indústria ferroviária e entre observadores e analistas”. Há quem acredite que essa mudança será equivalente à ocorrida durante os anos 1940 e 1950, quando o diesel expulsou do cenário as locomotivas a vapor.

Segundo o economista Nicholas Chase, da EIA, a redução de custos será de US$ 1,5 milhão por locomotiva, uma quantia muito vantajosa, mesmo considerando-se que cada máquina custará US$ 1 milhão a mais do que as locomotivas a diesel. No Brasil, a GE Transportation vem desenvolvendo testes para o uso de gás natural em suas locomotivas. Paralelamente, a partir deste ano, todas as locomotivas produzidas pela empresa no Brasil já estão aptas a operar com até 25% de biodiesel.
O transporte ferroviário, entre os de carga, já é o meio terrestre que menos consome combustível. E o biodiesel é a terceira maior fonte de energia no Brasil, reduzindo a necessidade de importação de combustível. Segundo previsões, até 2020 passará a ser a segunda fonte mais importante no país – tanto por seu impacto na redução de emissões de gases de efeito estufa quanto pela provável redução de custos aos clientes que utilizam o transporte ferroviário de cargas.

Fonte: Galileu

terça-feira, 21 de julho de 2015

Importações de GNL devem crescer no Brasil pelos próximos anos

Ao longo dos próximos anos, o Brasil deverá se tornar cada vez mais importador de gás natural liquefeito (GNL). Com uma queda na produção da Petrobrás e um aumento gradativo no consumo, a tendência é de que cresça o volume de compra do gás, cuja relevância para a matriz energética é hoje maior do que nunca. As previsões apontam para uma elevação nas contas de luz e uma maior fragilidade do país no cenário internacional, com uma maior instabilidade frente às variações do preço no mercado.
Diferentemente do que esperava grande parte do setor energético, a exploração dos blocos do pré-sal não será a salvação do mercado de gás natural no Brasil. Ao menos não por enquanto. As expectativas acerca de um aumento produtivo receberam um forte impacto com o anúncio do novo plano de negócios da Petrobrás, que cortou em 30% a sua meta de produção até 2020.

Essa mudança no setor de gás brasileiro pode acarretar questões econômicas mais amplas. Mais importador, o Brasil passa a se tornar também mais dependente dos preços internacionais, ficando refém das oscilações diárias do GNL. O Brasil importa o insumo de países como Trinidad e Tobago, Nigéria e Qatar, e por meio de unidades de regaseificação lança o gás no sistema, que o utiliza para a geração de energia em termelétricas.
De acordo com as previsões, haverá redução na oferta de gás no país. O professor de Planejamento Energético da Coppe/UFRJ, Alexandre Szklo, estima que haverá, em 2020, uma queda de 20 milhões de m³ em relação ao total previsto anteriormente. “E vamos pagar os preços do mercado spot, mais altos do que os preços do gás natural produzido no país”, explica ele.
Com a menor produção da Petrobrás, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) deverá realizar uma revisão do Plano Decenal de Expansão de Energia, que será divulgado entre setembro e outubro deste ano. Segundo uma estimativa da consultoria Gas Energy, o GNL deverá responder por 70% do aumento do consumo de gás natural até 2023. Na matriz, a participação do gás deverá passar de 11,7% para 14,2% no país.

Fonte: Petronotícias

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Compagas é a empresa brasileira que mais cresceu em 2014

A Concessionária responsável pela distribuição de gás natural no Estado do Paraná, a Companhia Paranaense de Gás (Compagas) foi a empresa brasileira que mais cresceu em 2014, devido ao incremento real das vendas líquidas. De acordo com a 42ª edição do Guia Melhores & Maiores, da revista EXAME, a Compagas passou da posição 960ª para 342ª no ranking das maiores do país. A conquista é resultado de um recorde em 20 anos de história da empresa, as vendas foram as maiores já registrado pela companhia e chegaram à média de 2.803.114 m³/dia, volume de gás que representa alta de 169% em relação ao comercializado em 2013, de 1.042.123 m³/dia. O incremento de mais de 1,7 milhões de m³/dia é explicado pelo contrato assinado com a Usina Elétrica a Gás de Araucária (UEGA) no valor de R$ 1,5 bilhões, para uso do gás natural na geração de energia elétrica. Como consequência, o contrato com a UEGA possibilitou à empresa o faturamento recorde de R$ 2,4 bilhões, valor cinco vezes maior do que o registrado em 2013, quando a receita bruta foi de R$ 480 milhões.

Ainda de acordo com o ranking divulgado pela EXAME, entre as estatais, a Compagas ocupa a 35º posição e no segmento de energia a companhia paranaense é a 13ª melhor do país. Quando levadas em conta apenas as concessionárias de gás natural, a empresa é a 4º maior, ficando atrás apenas das distribuidoras de gás natural dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.
O diretor-presidente da Compagas, Fernando Ghignone, destaca que a crise do setor elétrico brasileiro abriu uma oportunidade para o crescimento do gás natural na matriz energética do país e, consequentemente, da Compagas. “A expectativa é que a demanda pelo gás natural continue aumentando nos próximos anos com a expectativa de lenta recuperação do nível dos reservatórios das hidrelétricas”, destaca. Outra tendência apontada por Ghignone para 2015, decorrente da crise no setor elétrico, é a maior utilização do gás natural para a geração de energia elétrica por indústrias em horários de pico. Nos resultados da Compagas, o segmento registrou crescimento de 113% em relação a 2013.
Com o incremento de 24% em relação ao ano anterior no número de clientes, o segmento residencial fechou 2014 com 25.466 unidades domiciliares com o gás natural.  O aumento de mais de 5 mil clientes elevou o consumo de gás e a média diária de consumo passou de 14.058 m³, em 2013, para 15.241 m³ em 2014. Tais resultados possibilitaram à Compagas encerrar o ano com participação de 3% no volume nacional de gás natural comercializado, permanecendo como a 3ª maior distribuidora em número de consumidores residenciais, totalizando 26.052 clientes em todos os segmentos.
Em 2014, a companhia também fechou contrato com mais 15 indústrias. Destaque para a Evonik, primeira indústria do município de Castro a fechar contrato com a Compagas, que tem e consumo estimado em 15 mil m³/dia de gás natural como matéria-prima na linha de produção. Na comparação nacional, o consumo das indústrias paranaenses, que foi de 342,5 milhões de m³ em 2014, representa 2,77% do total de gás natural utilizado pelo setor.
O segmento veicular registrou um aumento de 1,37% no número de usuários de GNV na comparação com 2013. Em 2014, 450 carros passaram a integrar a frota de veículos a gás natural no Paraná, sendo Curitiba o município que registou o maior crescimento, com 110 veículos. O volume comercializado para o segmento foi de 32,8 milhões de m³ do combustível, média diária de 90.100 m³. De acordo com Fernando Ghignone, para 2015, a expectativa é de crescimento em virtude do reajuste do custo da gasolina autorizado pela Petrobras. “De 2012 a 2014, o governo adotou a prática de contenção do preço dos combustíveis líquidos para segurar a inflação, o que deixou de ser feito neste ano. Com isso, a economia média gerada pelo GNV em relação ao álcool e a gasolina, que foi de até 50% em 2014, deve aumentar ainda mais, puxando o crescimento do nosso produto”, projeta o diretor-presidente da Compagas.
INVESTIMENTOS
Em 2014, a companhia deu continuidade à expansão da infraestrutura de sua rede de distribuição, com o objetivo de criar condições para o atendimento de novos consumidores. No período, a malha de dutos cresceu 80 km, totalizando 726 km, aumento de 12% em relação a 2013. Este crescimento exigiu investimentos totais de R$ 81,4 milhões.
Para os próximos anos, estão previstos projetos que visam interiorizar a rede de distribuição para as regiões Norte e Sul do Paraná. “O nosso principal objetivo é levar o gás natural a mais cidades do Paraná, dando condições competitivas a cada uma delas. Além disso, é nosso dever viabilizar a diversificação da matriz energética no Estado, colocando o gás natural como um insumo indispensável ao desenvolvimento”, conclui Ghignone.

Fonte: Notícias Compagas

terça-feira, 7 de julho de 2015

O futuro do biogás na matriz energética catarinense

O programa SC+Energia foi lançado oficialmente na última quarta-feira (25), em evento no Teatro Pedro Ivo, com objetivo de aumentar a matriz energética catarinense incentivando o uso de energias alternativas. Entre as iniciativas propostas estão a aceleração da análise e liberação de concessões ambientais, isenção de ICMS até 2021, protocolo de cooperação do Governo Estadual com o BRDE, e outras.
Entre as fontes de energia do programa está o biogás, insumo que pode ser comercializado como gás natural quando tiver pelo menos 96,5% de metano em sua composição, conforme regulamentação da ANP. No evento a Usina de Pomerode, projeto mais avançado para produção de biogás, recebeu a licença ambiental para iniciar sua operação. Os próximos passos antes do início da produção envolvem a realização de parcerias para desenvolvimento de tecnologia adaptável ao clima catarinense e compra dos equipamentos.

Buscando garantir a continuidade do SC+Energia, foi criada uma portaria que regulamenta um comitê gestor permanente para conduzir as ações de desdobramentos. O engenheiro Antônio Rogério Machado, da Gerência de Tecnologia, é o representante da SCGÁS no grupo, que também tem membros da Fatma, BRDE, Secretaria da Fazenda, Celesc e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável, que coordena o programa.
FUTURO DO BIOGÁS
A SCGÁS pretende lançar o edital para compra de biogás em Santa Catarina até o primeiro trimestre de 2016. A Companhia já definiu que ofertará o energético com a mesma tarifa do gás natural convencional, de acordo com a regulamentação da Agesc, diluindo seus custos de aquisição no volume de gás já comercializado. O objetivo é atrair investidores que estimulem a produção do energético, aumentando a oferta do insumo e facilitando a interiorização.
Outra forma de estimular a produção do biogás é conceder benefícios fiscais para que o produto ganhe escala, seja replicado em várias regiões e consolide-se na matriz energética catarinense. A Companhia está propondo medidas de isenção tributária para aplicação em toda a cadeia do biogás, principalmente na aquisição e desenvolvimento de equipamentos, maior entrave para a geração do insumo.
Além disso, o biogás ainda não tem tarifa definida pela agência reguladora estadual, o que impede a sua comercialização. Em nível nacional, o energético foi especificado recentemente pela ANP e está limitado às fontes da agricultura, pecuária e silvicultura. A utilização do biogás proveniente de aterros sanitários possui restrições por conta dos compostos siloxanos, apesar de seu grande potencial de geração.
OPORTUNIDADES
Segundo estudos atualizados da UFSC, é possível gerar no estado até 4 milhões de m³ diários de biogás através de dejetos de criação de animais, resíduos sólidos urbanos, esgotos sanitários e efluentes industriais. Esse número representa o dobro do volume que a SCGÁS contrata atualmente da Petrobras, o que além de aumentar a oferta do insumo também pode auxiliar na interiorização do gás natural.
O modelo de distribuição do biogás será definido de acordo com as características de cada projeto. O principal fator será a distância da planta de biogás para o mercado consumidor ou a rede de gás natural mais próxima. Por isso a SCGÁS estuda distribuir o insumo sob três formas: redes dedicadas e construídas para o produto, transporte por cilindros de GNC (Gás Natural Comprimido) ou adicioná-lo ao gás natural importado da Bolívia nos 1.100 km de rede instalados no estado.

Fonte: Notícias SCGÁS